FMC em Crise: Venda de Ativos e Dívida de US$ 1 Bilhão Ameaçam Gigante Agrícola

FMC em crise: gigante da agricultura busca venda urgente! 🚨 A empresa americana enfrenta dificuldades financeiras e avalia a venda de ativos para reduzir dívida de US$ 1 bilhão. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

FMC Avalia Venda em Meio a Desafios Financeiros

A fabricante americana de defensivos agrícolas FMC está considerando a venda de parte ou da totalidade do seu negócio, após autorização do Conselho de Administração para explorar alternativas estratégicas. A decisão surge em um período de dificuldades financeiras, conforme divulgado nos resultados financeiros do quarto trimestre e do ano de 2025.

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A empresa está focada em fortalecer seu balanço patrimonial, buscando reduzir uma dívida de US$ 1 bilhão através da venda de ativos e acordos de licenciamento.

Essa estratégia inclui a venda do negócio comercial da Índia, já previamente anunciada. A FMC enfrenta um cenário complexo, marcado por uma desaceleração do setor agrícola, uma queda na demanda por defensivos, intensa concorrência de produtos genéricos e um alto nível de endividamento.

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Em 31 de dezembro de 2025, a dívida total da companhia atingia US$ 4,08 bilhões.

“Nosso foco para 2026 é executar nossas prioridades operacionais, que incluem fortalecer o balanço e melhorar a competitividade geral do nosso portfólio”, afirmou Pierre Brondeau, chairman, CEO e presidente, em comunicado. O quarto trimestre de 2025 registrou um prejuízo líquido de US$ 1,72 bilhão, significativamente maior que os US$ 16,1 milhões de prejuízo do mesmo período de 2024.

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A empresa atribuiu o resultado negativo a uma perda contábil, sem impacto direto no caixa, relacionada à redução do valor de ativos intangíveis, como a marca e expectativas de resultados futuros. No acumulado do ano, o prejuízo líquido atingiu US$ 2,24 bilhões, em contraste com o lucro líquido de US$ 341,6 milhões registrado em 2024.

A receita também sofreu uma queda, para US$ 1,08 bilhão no trimestre e US$ 1,35 bilhão no ano, com uma redução de 12% e 5% respectivamente na América Latina.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado apresentou uma queda de 17% e 7% no trimestre e no ano, respectivamente, devido a preços mais baixos. As projeções para 2026 indicam uma receita entre US$ 3,6 bilhões e US$ 3,8 bilhões, e um Ebitda ajustado entre US$ 670 milhões e US$ 730 milhões.

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