Flotilha Global Sumud denuncia que 14 brasileiros estão presos, acusando a falta de transparência do processo de ser “temerosa”.
O primeiro dos 14 brasileiros que participavam da Flotilha com destino à Faixa de Gaza, com o objetivo de distribuir ajuda humanitária, foi deportado pelo governo israelense. A informação foi divulgada pela Global Sumud Flotilha, responsável pela iniciativa.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nicolas Calabrese, professor de educação física e membro do PSOL, foi liberado no sábado (4), mas ainda não há previsão de seu retorno ao Brasil, conforme comunicado pela organização. A ausência de transparência sobre os processos de deportação é vista como uma estratégia do governo israelense para dificultar os trabalhos da organização e dos advogados que acompanham os ativistas presos ilegalmente.
Os demais integrantes da Flotilha, incluindo Thiago Ávila, João Aguiar, Bruno Gilga e Ariadne Telles, iniciaram uma greve de fome como forma de protesto não violento, utilizando seus corpos como instrumento de resistência diante da situação de prisão ilegal e do impedimento de levar ajuda humanitária a Gaza.
Os ativistas estavam buscando romper o bloqueio israelense através de embarcações que partiram de portos do Mediterrâneo. Entre os participantes da flotilha estava a ativista climática Greta Thunberg.
Os brasileiros na flotilha incluem:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Flotilha buscava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, enfrentando o bloqueio imposto por Israel.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!