Flávio Bolsonaro dispara em pesquisas para 2026; análise aponta fragilidade do governo Lula. Pesquisa da Quaest revela 54% de apoio ao senador
Uma pesquisa recente da Quaest revelou um aumento significativo no apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial de 2026. De acordo com os dados, 54% dos entrevistados consideram o movimento do filho do ex-presidente como um projeto efetivo, enquanto 34% o veem como uma estratégia de barganha política.
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Essa dinâmica demonstra um crescente interesse no nome de Flávio Bolsonaro no cenário político.
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA), vice-líder da oposição na Câmara, interpretou os resultados da pesquisa como um reflexo da fragilidade do governo Lula e da existência de um cenário eleitoral marcado por um medo induzido no eleitorado.
Alden ressaltou que, após mais de dois anos de mandato, com amplo apoio institucional e recursos significativos, o presidente Lula apresenta uma avaliação negativa que ultrapassa os 30% de aprovação.
Alden apontou que a percepção negativa do governo federal supera a positiva, com a maioria dos eleitores classificando o governo como “ruim” ou “péssimo”. Ele enfatizou que esse distanciamento entre o Planalto e a realidade do país representa um desafio para o campo conservador.
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Segundo o deputado, a principal barreira para o sucesso da direita não é a falta de votos, mas o medo que ainda persiste em parte do eleitorado.
Alden destacou que o desempenho de Flávio Bolsonaro nas simulações eleitorais demonstra a resiliência do bolsonarismo. Ele argumentou que, apesar da pressão da imprensa, do Supremo Tribunal Federal e da criminalização da política, Flávio continua em segundo lugar nas pesquisas.
O parlamentar acredita que essa situação é resultado da força do legado do ex-presidente Bolsonaro.
O deputado alertou para a necessidade de a direita e Flávio Bolsonaro expandirem seu discurso para além da base mais fiel. Alden enfatizou que a estratégia eleitoral não pode se restringir a conversas com os já convertidos. Ele defende que o eleitorado busca projetos concretos, segurança, ordem e limites ao poder de Brasília.
Segundo ele, é fundamental que Flávio Bolsonaro se comunique com o “povo real” e adote uma linha técnica, sem abrir mão de seus valores.
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