Ex-deputado Liberal critica governo Lula em evento em Jerusalém. Críticas ao PT e apelo por apoio ao senador Flávio Bolsonaro.
Em Jerusalém, em 26 de janeiro de 2026, o ex-deputado federal do Partido Liberal (PL-SP) proferiu críticas ao governo do Partido dos Trabalhistas (PT), destacando a falta de declaração de grupos narcotraficantes como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como “grupos terroristas”.
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Ele também apontou a suposta falta de cooperação com o Partido Republicano.
As declarações foram feitas durante uma conferência internacional de combate ao antissemitismo, realizada em Jerusalém (Israel), promovida por um representante israelense. O objetivo era solicitar apoio para o irmão, o senador (PL-RJ), na disputa pela presidência da República.
O ex-deputado repudiou a atuação da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto em julho de 2025. Ele argumentou que o Brasil, sob o governo Lula, deveria reconhecer a importância da educação sobre o Holocausto, considerando a significativa população judaica da América Latina.
Em sua fala de cinco minutos, o apresentador do evento caracterizou Lula como um símbolo de “socialismo conectado ao antissemitismo”, recebendo concordância de Eduardo.
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O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, também estava presente no evento. Seu pronunciamento está agendado para a 3ª feira (27.jan), às 14h05, horário local (9h05 em Brasília).
Durante o evento, Eduardo foi apresentado como “congressista brasileiro”, apesar de ter deixado o cargo em dezembro de 2025. Ele participou de uma mesa-redonda com representantes de parlamentos europeus, incluindo membros do Partido dos Sociais Demócratas (Ideólogos Suecos), Chega, Partido Democrata-Cristão e eurodeputados de diversos países.
O ex-deputado enfatizou que “todos os serviços de inteligência sabem o que acontece nas regiões de fronteira entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai”. Ele ressaltou que a Argentina e o Paraguai já declararam cartéis sul-americanos como o CV e o PCC como grupos terroristas, e criticou a falta de ação do governo Lula.
Ele defendeu que “organizações extremistas” sejam “reconhecidas legalmente como terroristas”, argumentando que sem essa designação, bancos não podem congelar ativos e tribunais não podem agir. Além disso, ele criticou o papel de ONGs, que, segundo ele, servem como fachada para a estruturação de grupos terroristas, e mencionou o uso de termos como “antissionista” como forma de disfarce do antissemitismo.
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