Flávio Bolsonaro ataca Lula e China em discurso explosivo nos EUA!

Flávio Bolsonaro ataca Lula e China em evento nos EUA!
Senador critica agenda “woke” e dependência do Brasil.

28/03/2026 19:38

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Em um evento conservador nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro proferiu um discurso com forte crítica ao governo atual do Brasil e à influência de setores considerados “radicais” e “globais”. O evento, a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), reuniu figuras da direita conservadora internacional.

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Flávio Bolsonaro se apresentou como um continuador da linha adotada por seu pai, Jair Bolsonaro, enfatizando a luta por “liberdade” e contra o que ele descreve como uma “agenda woke”.

Comparação com a Experiência de Trump

O senador comparou a situação enfrentada por seu pai com a que o ex-presidente Donald Trump viveu, argumentando que ambos são vítimas de um sistema que busca silenciar vozes conservadoras. Ele ressaltou que a acusação formal contra Bolsonaro tem motivações políticas, e não factuais, e que o objetivo é impedir que ele continue defendendo os valores conservadores.

Críticas a Lula e à Dependência da China

Flávio Bolsonaro intensificou suas críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusando-o de ser “antiamericano” e de aliar o Brasil à China. Ele também destacou a dependência do Brasil em relação à China para a importação de minerais críticos, essenciais para a tecnologia e a defesa, e defendeu que o Brasil pode ser a solução para romper essa dependência.

Minerais Críticos e Segurança Nacional

O senador enfatizou a importância dos minerais críticos para a inovação tecnológica americana e para a segurança nacional, alertando que a dependência da China nesse setor torna o Brasil vulnerável. Ele defendeu que o Brasil deve liderar o desenvolvimento dessa área, garantindo a autonomia e a segurança do país.

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Reafirmação das Críticas a Lula

Ao final do discurso, Flávio Bolsonaro reiterou suas críticas a Lula, acusando-o de minar o dólar e de priorizar os interesses da China em detrimento dos interesses americanos. Ele concluiu reforçando a ideia de que o Brasil, sob uma liderança conservadora, pode ser um parceiro estratégico para os Estados Unidos, garantindo a segurança e a prosperidade do país.

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