Flávio Bolsonaro Ataca Governo Brasileiro por Posicionamento no Irã – Crise Internacional!

Senador Flávio Bolsonaro critica duramente posicionamento do governo sobre Irã! Político rebate apoio e cobra clareza na política externa. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Senador Flávio Bolsonaro Reage a Posicionamento do Governo sobre Crise no Irã

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que disputa a Presidência da República, classificou como “inaceitável” a postura do governo brasileiro em relação aos ataques recentes contra o Irã, condenados pelos Estados Unidos e Israel. Em sua publicação no X, o político expressou “grave preocupação” com os acontecimentos e defendeu uma posição mais clara diante do conflito.

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Ele argumenta que o Brasil se coloca em uma posição vulnerável ao apoiar Teerã neste momento.

Flávio Bolsonaro criticou a decisão do governo de se alinhar a Teerã, afirmando que o país não deveria escolher “o lado moralmente errado” em conflitos regionais. Ele enfatizou que o posicionamento do governo legitima um regime que financia e apoia organizações terroristas, além de promover instabilidade e ameaçar países com interesses estratégicos para o Brasil.

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O senador ressaltou a necessidade de prudência e clareza na política externa, defendendo uma neutralidade que não signifique apoio indireto a regimes problemáticos.

Recomendação do Itamaraty

Em resposta aos ataques, o Itamaraty divulgou uma nota em que o governo brasileiro condena as ações dos Estados Unidos e Israel, e defende a negociação entre as partes para evitar uma escalada de hostilidades. A nota também pede respeito ao direito internacional e máxima contenção, com foco na proteção de civis e infraestrutura civil.

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As embaixadas brasileiras na região acompanham os desdobramentos e recomendam que os cidadãos brasileiros na área sigam as orientações das autoridades locais.

Alinhamento Internacional

A posição do Brasil se alinha a outras nações que expressam preocupação com o conflito. Líderes da União Europeia, por exemplo, divulgaram uma declaração conjunta, pedindo moderação e o envolvimento da diplomacia regional, com o objetivo de garantir a segurança nuclear na região.

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