Fim do 6×1: Como o comércio se adapta com folguistas e novas regras?

Comércio se adapta ao fim da escala 6×1! Saiba como folguistas garantirão serviços essenciais em 2026. Clique e confira os detalhes!

25/04/2026 13:59

2 min

Fim do 6×1: Como o comércio se adapta com folguistas e novas regras?
(Imagem de reprodução da internet).

Fim da Escala 6×1: Comércio Adaptará Funcionamento com Folguistas

O ministro da Secretaria Geral comentou que, com o encerramento da escala de trabalho 6 por 1, o setor comercial terá a possibilidade de contratar profissionais “folguistas” para cobrir os serviços durante os finais de semana.

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Em seu perfil no X neste sábado, 25 de abril de 2026, Boulos assegurou que o comércio não sofrerá paralisações. Ele afirmou que as atividades essenciais, como ir ao cinema, restaurantes ou postos de gasolina, continuarão normalmente.

Impactos e Ajustes no Setor Comercial

O ministro detalhou que, mesmo com a mudança na jornada, o comércio poderá se ajustar. A contratação de folguistas é uma das formas de garantir a operação nos finais de semana.

Ele ressaltou que o ponto crucial é a garantia de dois dias de descanso para o trabalhador. Segundo Boulos, a padaria, o mercado e os shoppings poderão utilizar essa flexibilidade.

A Proposta de Redução da Jornada de Trabalho

Boulos comentou sobre o projeto apresentado pelo presidente Lula ao Congresso Nacional. A proposta visa reduzir a jornada de trabalho para um máximo de 40 horas semanais, assegurando dois dias de folga.

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A alteração proposta afeta dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações pertinentes, como as que tratam de descanso semanal remunerado e categorias específicas de trabalhadores.

Perspectivas para o Mercado de Trabalho

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho está em andamento no Congresso. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara analisou a admissibilidade das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tratam desse tema em 22 de abril.

Embora a contratação de folguistas gere custos adicionais, o ministro não abordou se esse ônus financeiro poderá ser repassado aos consumidores finais.

A mensagem geral transmitida é de continuidade nas atividades comerciais, adaptando-se às novas regras de jornada de trabalho.

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