FIFA busca reabrir o futebol para a Rússia? Gianni Infantino lança discurso polêmico e defende retorno de equipes russas, após 4 anos de suspensão! Saiba mais
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, apresentou uma nova perspectiva sobre a situação das equipes russas, suspensas de competições internacionais desde 2022, em decorrência da invasão da Ucrânia. Em entrevista à Sky News, Infantino argumentou que a medida, que se estende a quase quatro anos, não alcançou seus objetivos e, na verdade, intensificou as tensões em vez de promover a paz.
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A decisão de suspender clubes e seleções russas e bielorrussas foi uma resposta imediata da FIFA à guerra, buscando exercer pressão sobre o governo de Moscou.
Infantino defendeu que a FIFA deveria considerar a possibilidade de permitir que as seleções russas, especialmente as de categorias de base, retornem à disputa internacional. Ele acredita que essa abordagem, focada em jovens atletas, poderia ser um primeiro passo.
O dirigente suíço ressaltou que a suspensão generalizada gerou mais frustração e ódio, sem produzir resultados positivos.
O presidente da FIFA também criticou a utilização de motivos geopolíticos para impor sanções no esporte. Infantino enfatizou que o futebol deve ser guiado por seus valores de união e solidariedade, e não por decisões políticas. Ele defendeu que nenhum país deveria ser impedido de participar de competições esportivas com base nas ações de seus líderes.
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A declaração de Infantino gerou reações imediatas. Autoridades esportivas e políticos ucranianos se manifestaram contra a ideia de reabertura, argumentando que a participação da Rússia em competições só poderia ser considerada após o fim do conflito.
A suspensão, segundo eles, representava uma resposta unificada da comunidade esportiva à guerra. O presidente da UEFA, Aleksander Čeferin, também havia sinalizado que a reabilitação da Rússia dependeria do fim da guerra.
A discussão sobre o futuro da Rússia no futebol se insere em um debate mais amplo sobre o papel do esporte em tempos de tensões geopolíticas. A suspensão de 2022 foi uma das muitas respostas globais à invasão da Ucrânia. Para que a FIFA ou a UEFA reconsiderem a participação da Rússia, seriam necessárias mudanças nos estatutos e na aplicação das regras, envolvendo amplos debates e consultas com todas as federações nacionais.
A complexidade da situação indica que o processo de tomada de decisão será longo e delicado.
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