FGC em Crise: Fraude no Banco Master Revela Falhas e Urge Reforma!

Ministro Haddad aponta graves falhas no FGC após fraude no Banco Master! R$ 12 bilhões em perdas expõem fragilidades no sistema financeiro nacional. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Ministro da Fazenda Aponta Fragilidades no FGC Após Fraude no Banco Master

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta terça-feira (10 de fevereiro de 2026) que a fraude de aproximadamente R$ 12 bilhões no Banco Master expôs falhas significativas no Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e na legislação que governa o sistema financeiro nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A avaliação do ministro ressalta a urgência de mudanças estruturais para evitar a repetição de incidentes como este, com consequências diretas nos custos bancários e na estabilidade do mercado. A declaração foi proferida durante um evento promovido pelo BTG Pactual.

Haddad destacou que o FGC passou a lidar com ativos de difícil mensuração, situação que gerou um desafio para a gestão do fundo. “Você tem um balanço de R$ 80 bilhões e ninguém sabe quanto valem os ativos inscritos ali”, afirmou. Essa complexidade forçou a necessidade de um reforço estimado em R$ 55 bilhões para garantir a cobertura aos credores, exigindo antecipação de contribuições e cobrança adicional das instituições financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro informou que parte das medidas relacionadas ao FGC já foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), enquanto outras ainda estão em processo de validação. Há discussões em andamento para uma reforma mais abrangente do fundo, visando evitar que episódios semelhantes ocorram.

A intenção não é restringir excessivamente o FGC, o que poderia impactar a concorrência no sistema financeiro, mas também não manter regras que permitiram o que Haddad classificou como um “descalabro regulatório”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Técnicos do Banco Central estão em diálogo com o sistema financeiro para construir um modelo mais robusto e seguro. Embora o caso do Banco Master não tenha configurado um risco sistêmico, devido ao envolvimento de múltiplas instituições financeiras, a situação reforça a necessidade de correções regulatórias e maior rigor na supervisão do mercado.

A complexidade do caso demonstra a importância de adaptações constantes nas regras para garantir a segurança e a solidez do sistema financeiro.

Sair da versão mobile