Febraban Projeta Crescimento de 8,2% no Crédito com Expectativas Positivas

Febraban aponta para melhora nas expectativas de crescimento do crédito, com previsão de 8,2% para 2026 e expectativa de queda na taxa Selic.

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(Imagem de reprodução da internet).

Melhora nas Expectativas do Setor Bancário em Relação ao Crescimento do Crédito

Uma pesquisa divulgada pela Febraban, a entidade que representa os bancos, aponta para uma melhora nas perspectivas do setor em relação ao crescimento do crédito. A pesquisa demonstra uma avaliação mais otimista em relação à expansão das operações com recursos direcionados.

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De acordo com os dados, 73,7% dos bancos entrevistados acreditam que a desaceleração do crédito será gradual. Essa avaliação considera a resiliência do mercado de trabalho e os estímulos públicos como fatores que podem mitigar o impacto da política monetária contracionista e do aumento da inadimplência, cujos números finais ainda estão sendo apurados.

A previsão para o crescimento da carteira de crédito em 2026 foi revisada. Os bancos agora preveem um crescimento de 8,2%, um aumento em relação ao prognóstico anterior, que era de 7,9%.

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A pesquisa da Febraban, realizada entre 17 e 19 de dezembro, ouviu 20 bancos. Uma das principais mudanças nas expectativas se refere ao crédito direcionado, com os maiores operadores sendo bancos públicos. A projeção para o crescimento do saldo da carteira de crédito direcionado em 2025 subiu de 10,1% para 10,9%, enquanto a previsão para este ano aumentou de 9% para 9,4%, superando o crescimento de 7,6% previsto para a carteira de crédito com recursos livres.

O levantamento também aponta para uma expectativa de aumento na taxa de inadimplência, projetando um crescimento de 5,1% para 5,2% em 2025 e 2026, respectivamente. A pesquisa indica que, para 70% dos entrevistados, o Banco Central (BC) pode reduzir a taxa Selic dos atuais 15% para 13% até agosto.

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Os dados refletem a complexa dinâmica do cenário econômico, com fatores como a política monetária, o mercado de trabalho e os estímulos governamentais influenciando as expectativas do setor bancário.

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