Agentes do FBI realizaram uma busca na residência de Hannah Natanson, jornalista do Washington Post. A operação envolveu a apreensão de um telefone e dois computadores, conforme divulgado pelo jornal.
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Investigação em Andamento
A procuradora-geral Pam Bondi comunicou que a ação ocorreu na última quarta-feira (7). A alegação central é que Natanson estava obtendo e divulgando informações confidenciais e vazadas ilegalmente de uma empresa contratada pelo Pentágono.
Declarações do FBI
O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que um indivíduo do Washington Post obteve e divulgou informações militares confidenciais e sensíveis de uma empresa contratada pelo governo. A agência não apresentou acusações formais contra a repórter e não apresentou provas para sustentar sua alegação.
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Reação do Washington Post
O Washington Post não emitiu uma declaração imediata sobre as alegações. Um porta-voz do jornal informou que a publicação estava monitorando a situação. Matt Murray, editor do Post, expressou preocupação com a ação, destacando que levanta questões sobre as proteções constitucionais ao trabalho jornalístico.
Investigação Relacionada a Empresa Contratada
No mês passado, Hannah Natanson escreveu um artigo sobre seu trabalho, recebendo informações de centenas de funcionários federais impactados pela transformação do governo promovida pelo presidente Donald Trump. A repórter foi informada de que não era alvo da investigação.
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Foco na Empresa e Documentos Classificados
O caso parece estar relacionado a uma investigação em andamento sobre uma empresa contratada pelo governo em Maryland. Um administrador de sistemas, Aurelio Perez-Lugones, foi acusado de acessar e levar para casa relatórios de inteligência classificados, encontrados em sua lancheira e em seu porão, conforme uma declaração juramentada do FBI.
Acusações e Próximas Ações
Perez-Lugones foi acusado formalmente na semana passada por reter ilegalmente documentos classificados. Ele deve comparecer ao tribunal federal nesta quinta-feira (15).
Posição do Governo Trump
A procuradora-geral dos EUA afirmou que o responsável pelo vazamento está atualmente atrás das grades. Ela enfatizou que o governo Trump não tolerará vazamentos ilegais de informações classificadas, que representam um risco à segurança nacional.
