Family Offices negligenciam a IA? Relatório J.P. Morgan aponta falha na alocação de fortunas na megatendência da Inteligência Artificial. Descubra a lacuna!
Os escritórios de gestão de fortunas são tradicionalmente reconhecidos por sua abordagem de diversificação de investimentos e pela criação de portfólios com uma visão de longo prazo. Essa estratégia visa equilibrar a busca por rentabilidade com a proteção do capital, sendo especialmente comum no gerenciamento de patrimônios de grandes famílias.
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No entanto, um relatório global divulgado pelo private bank do J.P. Morgan revela uma lacuna preocupante: a alocação desse vasto patrimônio na megatendência da inteligência artificial está aquém do esperado. O estudo analisou as opiniões de 333 family offices, distribuídos em 30 países diferentes.
Esses escritórios de gestão possuem, em média, um patrimônio líquido de US$ 1,6 bilhões. A análise do J.P. Morgan aponta que os family offices estão negligenciando a exposição a ativos de crescimento, como venture capital e investimentos em infraestrutura – classes de ativos que são consideradas centrais para a transformação impulsionada pela inteligência artificial.
“Observa-se uma tendência global de uma postura mais inclinada ao risco. A inteligência artificial é, sem dúvida, o principal tema de investimento que emerge. Contudo, 57% dos participantes ainda não possuem exposição a growth e venture capital, onde a maior parte da inovação está concentrada”, afirma Natacha Minniti, co-head global de family office practice no banco.
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