Família de Luiz Mourão questiona PF por provas e laudos sobre seu falecimento em 2026

Família de Luiz Mourão Questiona Falta de Acesso a Provas sobre o Falecimento
A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como “Felipe Mourão” ou “Sicário”, emitiu uma nota na segunda-feira, dia 13, alegando não ter recebido acesso às imagens de segurança nem aos autos do inquérito que investiga sua morte.
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Luiz Mourão estava sob custódia da Polícia Federal (PF) quando teria sofrido um atentado contra a própria vida.
Após ser internado em Minas Gerais, a família comunicou que não teve acesso aos registros de segurança nem aos autos do inquérito, conduzido pela PF sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. Além disso, o laudo do Instituto Médico Legal com a causa da morte também não foi disponibilizado.
Alegações de Tentativa de Suicídio e Imputações de “Sicário”
Os familiares descobriram a suposta tentativa de suicídio de Luiz Mourão por meio da imprensa e criticam a PF por não os ter avisado previamente sobre o ocorrido. Eles exigem esclarecimentos sobre os acontecimentos nas dependências da PF em Belo Horizonte que antecederam a internação.
Defesa contra Acusações Graves
Em relação à acusação de que Mourão seria “sicário”, termo que significa assassino profissional, a defesa enfatiza a ausência de provas públicas até o momento. Segundo a família, nunca tiveram conhecimento de qualquer envolvimento em atos de violência ou homicídio, não havendo histórico que sustente tal alegação.
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O Papel de “Sicário” nas Investigações da Polícia Federal
As investigações da Polícia Federal apontaram a existência de um grupo chamado “A Turma”, do qual Vorcaro e Luiz Mourão faziam parte. Segundo a PF, “Sicário” era responsável pela coordenação de atividades focadas na obtenção de informações e no monitoramento de pessoas.
A corporação detalhou que o indivíduo realizava consultas e extrações de dados em diversas bases, incluindo sistemas de segurança pública e investigação policial. Houve menção de que ele teria acesso indevido aos sistemas da própria PF, do Ministério Público Federal (MPF) e até mesmo de organismos internacionais como FBI e Interpol.
Atividades de Monitoramento e Intimidação
“Felipe Mourão” também teria atuado na remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais, visando obter dados de usuários ou retirar críticas ao grupo. Ele teria um papel de coordenação e mobilização das equipes responsáveis por essas ações.
A PF ainda relatou que Mourão agia para intimidar ex-funcionários do Master e coletar dados sobre essas pessoas. Em um dos casos citados, Mourão estaria envolvido em uma conversa com Vorcaro, na qual o banqueiro pedia para organizar um assalto.
Busca por Transparência e Restauração da Honra
A defesa da família busca acesso aos elementos da terceira fase da operação “Complience Zero” para analisar as imputações, visto que a falta de acesso às provas, somada à divulgação de acusações sem lastro, prejudica a memória e a honra de Luiz Phillipi.
A família aguarda a elucidação completa dos fatos, baseando-se em provas concretas e não em meras especulações, buscando a devida restauração da honra de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão.
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