Uma família de brasileiros, residente na Bahia, enfrentou uma situação delicada após ser retirada de um voo da Air France no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. O incidente ocorreu devido a uma disputa envolvendo assentos na classe executiva. O voo AF562, com destino a Salvador, Brasil, partia de Paris.
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Segundo relatos, Ivan Lopes, junto com sua esposa e duas filhas, estavam retornando ao Brasil de Milão, Itália. A família havia recebido uma oferta de upgrade da classe econômica premium para executiva, com um custo de 399 euros, totalizando 1.596 euros.
Antes do embarque, a família foi informada sobre a indisponibilidade do assento 7L e a impossibilidade de realizar o upgrade. Ao entrar no avião, encontraram um funcionário da Air France ocupando o assento. A família questionou a tripulação, o que gerou um constrangimento público.
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Ivan relatou que o comandante demonstrou irritação, proferindo gritos direcionados à esposa e filhas da família. Após o ocorrido, a família alega não ter recebido assistência ou a opção de ser redirecionada para outro voo, sendo retirada da aeronave por policiais armados.
Em seguida, a família adquiriu novas passagens na classe executiva através de orientação jurídica, resultando em um prejuízo total de 16 mil euros, conforme informado a G1 por Ivan.
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Adicionalmente, as bagagens da família demoraram mais de duas horas para serem liberadas. A companhia aérea informou a Ivan que a família havia causado danos à empresa.
A Air France, por meio de nota oficial, classificou os passageiros como “indisciplinados”, afirmando que o comportamento poderia comprometer a segurança do voo. A companhia enfatizou que a segurança de seus clientes e tripulantes é sua prioridade.
