Fachin define Cármen Lúcia como relatora em código de ética para o STF

STF: Fachin anuncia Cármen Lúcia como relatora de código de ética! 🚨 Ministra liderará debate interno no STF sobre integridade e transparência. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, anunciou nesta segunda-feira (2 de fevereiro de 2026) que a ministra e presidente do TSE, Cármen Lúcia, será a relatora da proposta de um código de ética para a Corte. A iniciativa faz parte de um plano interno para promover o debate sobre integridade e transparência no Supremo.

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Prioridade da Gestão de Fachin

Fachin ressaltou que a criação do código é uma prioridade da sua gestão, que começou em outubro do ano passado. Ele enfatizou a importância do compromisso ético no exercício das funções públicas, buscando um consenso no colegiado para construir confiança pública.

Acredita-se que a medida é fundamental para o Estado de Direito, orientando o sistema de justiça para o cidadão.

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Debate e Resistências

O ministro informou que o debate sobre a proposta é um processo em andamento, com opiniões divergentes entre os ministros. Fachin admitiu que alguns colegas consideram o ano eleitoral como um fator que dificulta a aprovação do código. Apesar disso, ele defende a necessidade de agilizar a discussão, sem pressa, para evitar que a decisão seja tomada de forma precipitada.

Eixos Centrais da Proposta

O código de ética, conforme planejado, visa prevenir conflitos de interesse, consolidar normas de conduta, ampliar a transparência e construir consenso no colegiado. A iniciativa busca garantir que o Supremo Tribunal Federal opere com os mais altos padrões de integridade e confiança.

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Busca por Consenso

Fachin enfatizou a importância de dialogar e construir confiança pública, reconhecendo que a decisão sobre a criação do código pode ser influenciada por fatores externos. A busca por um consenso entre os ministros é um elemento central na estratégia do presidente do STF.

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