HP, Dell e outras gigantes buscam memória na China! 🚀 Escassez global e IA impulsionam mudança estratégica. Veja como a crise afeta o mercado de hardware em 2026
Empresas como HP, Dell, Acer e Asus estão avaliando, pela primeira vez, a possibilidade de adquirir memória diretamente de fabricantes chineses, em meio à persistente escassez global de componentes eletrônicos. Essa mudança estratégica surge em resposta à crescente demanda impulsionada pela rápida expansão da inteligência artificial (IA).
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A HP, por exemplo, iniciou o processo de qualificação de produtos da ChangXin Memory Technologies (CXMT). A empresa pretende monitorar a situação do mercado de memória até meados de 2026. Se a escassez de DRAM (Dynamic Random Access Memory) continuar e os preços subirem, a HP poderá começar a comprar da CXMT.
A Dell também está analisando chips DRAM da CXMT, antecipando um aumento contínuo nos preços da memória ao longo de 2026.
A situação é complexa, com a IA elevando a demanda por memória e capacidade de processamento, gerando um efeito em cadeia que se estende a outros componentes da indústria de hardware. Essa pressão nas cadeias de suprimento tem intensificado a competição por contratos estratégicos entre as empresas do setor. Relatos indicam que os preços da memória subiram significativamente no último ano, atingindo aumentos de até 400%, conforme apontado por análises da Ars Technica.
A Acer sinalizou sua abertura para utilizar chips de memória fabricados na China, caso seus fornecedores atuais realizem aquisições. A Asus, por sua vez, tem solicitado apoio de parceiros chineses para a compra de chips de memória, direcionados a projetos específicos de notebooks.
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As empresas estão acompanhando de perto como esses aumentos de preços impactarão o custo final de seus produtos, buscando alternativas para mitigar os efeitos da escassez.
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