Fábio Luís Lula da Silva é convocado à CPMI do INSS em nova fase da operação

Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, é convocado à CPMI do INSS para depoimento em investigação sobre desvios de recursos.

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(Imagem de reprodução da internet).

Filho do Presidente é Convocado à CPMI do INSS

A partir de fevereiro, o Congresso Nacional priorizará a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, para prestar depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O convite surge em meio a investigações sobre suspeitas de desvios de recursos destinados a aposentados e beneficiários do instituto.

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Suspeitas e o STF

Fábio Luís, conhecido como “Lulinha”, foi citado três vezes em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a nova fase da operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal em 18 de dezembro. A CPMI busca apurar as irregularidades envolvendo o acesso a benefícios previdenciários.

Convocação e Estratégia Política

Em 4 de dezembro, o governo obteve a aprovação da convocação de Lulinha no colegiado. A oposição agora busca um acordo com integrantes do Centrão, que inicialmente votaram contra o requerimento e demonstram maior flexibilidade. Essa tática foi utilizada no início da CPMI, quando a oposição conseguiu desbancar o governo e emplacar os nomes de Carlos Viana e União Brasil para as presidências e relatoria da comissão, respectivamente.

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Documentos e Investigações

A operação Sem Desconto revelou que Lulinha recebeu mesadas no valor de R$ 300 mil. Documentos indicam a proximidade entre Lulinha e Roberta, que viajaram juntos em pelo menos seis ocasiões, incluindo uma viagem a Portugal. Além disso, a Polícia Federal apreendeu documentos que mencionam diretamente o nome de Fábio Luís, incluindo referências a credenciais para acesso a um camarote em Brasília.

Investigação Contínua

Outros documentos da corporação revelam que Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, realizou cinco pagamentos de R$ 300 mil para Roberta Luchsinger, uma lobista próxima de Lulinha. A investigação continua com o objetivo de esclarecer as irregularidades e garantir a aplicação correta dos recursos da Previdência Social.

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