F-15 Abatido no Irã: Piloto Se Ejetou em Busca Desesperada!
Irã e EUA em alerte máximo! Piloto abatido e desaparecidos após ataques em Teerã e Golfo Pérsico. Crise explode com alvo em Mahshahr!
Corrida Contra o Tempo para Localizar Piloto Após Ataques em Teerã e Golfo
O Irã e os Estados Unidos intensificaram a busca neste sábado, 4, pelo menos dos dois pilotos de um caça americano abatido na República Islâmica, em meio à sexta semana de um conflito que se intensificou com ataques a uma usina petroquímica em Mahshahr (sudoeste) e à central nuclear de Bushehr.
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A situação é de crescente tensão, com relatos de expansão dos alvos por parte de Washington e Tel Aviv nos últimos dias.
Cinco Feridos em Ataque a Planta Petroquímica
O bombardeio da planta petroquímica de Mahshahr deixou cinco pessoas feridas. A área afetada, localizada no sudoeste do Irã, sofreu com os impactos do ataque. As fontes locais confirmam a complexidade da situação e a dificuldade de acesso à região.
Nuvem de Fumaça em Teerã e Explosões na Véspera
Na manhã deste sábado, o norte de Teerã apareceu coberto por uma densa nuvem de fumaça cinza, cuja origem ainda não foi esclarecida. Um jornalista da AFP ouviu múltiplas explosões na área atingida na véspera, evidenciando a intensidade do conflito.
Ataques em Bandar Khamir e Pós-Fronteiriço
Além do ataque à planta petroquímica, foram relatados ataques na fábrica de cimento de Bandar Khamir (sul), que manteve suas operações, e em um posto fronteiriço com o Iraque, segundo a imprensa iraniana. A situação permanece volátil e com riscos para a segurança da região.
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Prioridade: Esconder-se e Alerta das Forças Especiais
O F-15E foi abatido na sexta-feira pelo sistema de defesa antiaérea da Guarda Revolucionária iraniana, segundo um porta-voz militar. Um dos tripulantes conseguiu se ejetar e foi resgatado pelas forças especiais, enquanto o segundo continua desaparecido, conforme veículos americanos.
O ex-piloto da Força Aérea dos EUA, Houston Cantwell, explicou à AFP que, em operações desse tipo, a prioridade do piloto é “esconder-se” em locais estratégicos, como clareiras ou construções, para facilitar o resgate, enquanto as forças especiais se mantêm em alerta, mas sem se lançar em “missões suicidas”.
Reações e Ações dos EUA e Irã
O New York Times e o Washington Post confirmaram imagens e vídeos de aeronaves e helicópteros americanos sobrevoando a região a baixa altitude, enquanto a televisão estatal iraniana divulgou fotos dos supostos destroços e prometeu “recompensa generosa” a quem entregar o piloto.
O exército iraniano também informou ter atingido outra aeronave americana, um A-10 Thunderbolt II de apoio aéreo, que acabou caindo no Golfo. Conforme relata o jornal The New York Times, o único piloto de um avião americano derrubado próximo ao Estreito de Ormuz foi resgatado “são e salvo”.
Silêncio da Casa Branca e Ameaças de Trump
Após um período de silêncio, a Casa Branca se limitou a afirmar que o presidente Donald Trump foi “informado” sobre o incidente. Em entrevista à NBC, Trump disse que isso não altera “em nada” as supostas negociações com Teerã para buscar uma solução para a guerra, que já provoca impactos na economia global.
Donald Trump ameaçou destruir a ilha caso não haja acordo para encerrar o conflito e Teerã não reabra imediatamente o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo consumido mundialmente.
Impactos da Guerra e Ações de Retaliação
Desde o início do conflito, iniciado em 28 de fevereiro com ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, nenhum soldado americano morreu ou foi capturado em território iraniano. No entanto, 13 militares morreram no Kuwait, na Arábia Saudita e no Iraque.
O confronto deixou milhares de mortos, a maior parte no Irã e no Líbano. Bombardeios e represálias no Golfo O Irã manteve ataques a países do Golfo com presença de interesses americanos. No Bahrein, destroços de drones interceptados feriram quatro pessoas, e em Dubai, dois prédios sofreram danos, incluindo o da empresa americana Oracle.
Em , um segundo navio turco conseguiu atravessar, segundo Ancara. A cerca de 500 km dali, concentra 90% das exportações de petróleo bruto do país em condições normais.
Donald Trump ameaçou destruir a ilha caso não haja acordo para encerrar o conflito e Teerã não reabra imediatamente o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo consumido mundialmente.
Em 13 de março, os EUA afirmaram ter bombardeado alvos militares em Kharg, poupando instalações petrolíferas. Apesar da guerra, as exportações de petróleo a partir da ilha aumentaram, segundo a agência iraniana ISNA, que cita Musa Ahmadi, chefe da Comissão de Energia do Parlamento.
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