ExxonMobil avalia Venezuela como investimento, exige mudanças no país

CEO da ExxonMobil, Darren Woods, avalia Venezuela como investimento limitado. Reunião com Trump e outras empresas do setor.

10/01/2026 14:52

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(Imagem de reprodução da internet).

Em uma reunião na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, o CEO da ExxonMobil, Darren Woods, comunicou que a empresa não considera atualmente a Venezuela um investimento promissor. A declaração ocorreu em um encontro com representantes de grandes empresas do setor de petróleo e o presidente dos Estados Unidos, um republicano.

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Necessidade de Mudanças Significativas

Woods enfatizou que são necessárias “mudanças significativas” no país sul-americano para que a ExxonMobil possa reconsiderar o investimento. A empresa demonstra uma perspectiva de longo prazo em seus investimentos, abrangendo décadas.

Interesse e Oportunidade

Apesar da avaliação atual, Woods afirmou ter “interesse na Venezuela” e que o país representa uma “oportunidade” para a empresa. Ele ressaltou que as oportunidades precisam ser vantajosas para a empresa, seus acionistas, o governo e a população.

Histórico e Desafios

A ExxonMobil possui uma “longa história” na Venezuela, marcada por “confiscos de ativos duas vezes”. A reentrada em um terceiro investimento exigiria “mudanças bastante significativas” em relação ao histórico anterior.

Reformas Necessárias

O CEO da ExxonMobil mencionou reformas no sistema jurídico, nas proteções de investimento e nas leis de hidrocarbonetos como elementos essenciais para a retomada do investimento. Ele acredita que, com a administração atual e o presidente Trump, essas mudanças podem ser implementadas.

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Compromisso de Investimento

Durante a reunião, o presidente Trump expressou a crença de que as empresas norte-americanas “terão a oportunidade de reconstruir a infraestrutura energética apodrecida da Venezuela” e aumentar a produção de petróleo “a níveis jamais vistos antes”.

Ele garantiu a segurança física e financeira das empresas que investirem no país, sem fornecer detalhes específicos.

Plano de Investimento

O objetivo da reunião foi firmar compromissos com as empresas, com o plano de que elas invistam pelo menos US$ 100 bilhões do próprio capital. A segurança e proteção do governo seriam cruciais para garantir o retorno sobre esses investimentos.

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