Exército Autoriza Visitas para General da Reserva em Caso Polêmico de 2022

Exército analisa autorizar visitas de Mário Fernandes! General da reserva, preso há 26 anos, pode receber Daniela Cabral Fernandes. Críticas à situação. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Exército Avalia Possibilidade de Visitas para General da Reserva

Em uma decisão recente, divulgada nesta sexta-feira (13 de fevereiro de 2026), o Exército Brasileiro informou que o general da reserva Mário Fernandes atende aos critérios necessários para receber visitas. O oficial está detido no Comando Militar do Planalto, em Brasília, cumprindo pena de 26 anos e 6 meses, decorrente da sua participação na tentativa de golpe de Estado ocorrida em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A defesa do general Fernandes protocolou, em 2 de fevereiro de 2026, um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorizando o recebimento de visitas da mulher, Daniela Cabral Fernandes. Segundo os advogados, o objetivo dessas visitas seria proporcionar estabilidade emocional e contribuir para a reabilitação social do preso.

Na sexta-feira (6 de fevereiro), a força militar confirmou que o general atendia aos requisitos para o benefício. O documento interno do comando militar detalha que a Unidade de Custódia possui a infraestrutura adequada para garantir a realização da medida proposta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar disso, a autorização efetiva dependerá de uma decisão judicial específica, além de considerações administrativas internas.

Com as informações fornecidas pelo Exército, o pedido será encaminhado à Procuradoria Geral da República (PGR) para análise. A PGR terá um prazo de cinco dias para se manifestar. Mário Fernandes ocupou o cargo de secretário-executivo da Secretaria Geral da Presidência da República durante o governo do Partido Liberal (PL).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Ele é considerado parte do “núcleo 2” dos acusados no caso da tentativa de golpe de Estado.

A Procuradoria Geral da República o acusou como autor do plano conhecido como “”. De acordo com a Polícia Federal, o documento planejava cenários que envolviam o assassinato do então presidente (PT), do vice-presidente (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes.

O general negou a autoria do material, alegando que o documento havia sido encontrado em seus dispositivos eletrônicos e que se tratava de um documento pessoal, sem compartilhamento com terceiros. Ele permanece preso preventivamente desde novembro de 2024.

Sair da versão mobile