Executivos adotam “Video-First”: Reuniões curtas e foco estratégico ganham força! 🚀 Dados mostram 57% do tempo em reuniões. Descubra a nova tendência!
As longas reuniões continuam sendo a principal ocupação da agenda dos executivos, mas uma nova tendência está ganhando força: líderes de alto impacto estão experimentando com formatos de comunicação mais eficientes. Em vez de sessões de 60 minutos para revisar prioridades, muitos estão optando por vídeos curtos de seis minutos.
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Essa mudança não é apenas uma questão estética. Em um ambiente de trabalho híbrido e digital, a necessidade de escalar presença e clareza sem sobrecarregar os calendários é crucial. Dados da Microsoft Work Trend Index de 2024 revelam que os funcionários passam 57% do tempo em reuniões, e-mails e chats, com um aumento constante no volume de reuniões.
Um número significativo – quase 40% – dessas reuniões envolvem multitarefa. Além disso, 48% dos líderes de nível C-suite se veem envolvidos em projetos além do necessário, muitas vezes devido a falhas na comunicação, chegando a dedicar mais de 10 horas por semana apenas na preparação de atualizações.
O resultado é um congestionamento da agenda e uma perda de foco estratégico. A pressão por informações constantes dificulta a tomada de decisões e o desenvolvimento de uma visão clara.
A liderança “video-first” não se resume a gravar vídeos com frequência. Trata-se de separar duas funções que tradicionalmente se misturavam nas reuniões: a distribuição de informação e a tomada de decisão. Em vez de usar reuniões para transmitir contexto, líderes estão gravando atualizações claras e estruturadas.
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O tempo ao vivo é então reservado para discussão estratégica, permitindo que colaboradores assistam nos seus próprios ritmos, revisitem trechos complexos e absorvam o contexto sem a pressão de um prazo. Essa abordagem busca otimizar o aprendizado e a compreensão.
A principal resistência não é técnica, mas sim emocional. Executivos relatam desconforto com a própria imagem, receio de parecerem informais demais ou o medo de cometer erros diante da câmera – um fenômeno conhecido como “efeito holofote”, a tendência de superestimar o quanto os outros percebem nossas imperfeições.
No entanto, pequenas imperfeições frequentemente aumentam a conexão e a autenticidade. A transparência e a honestidade, mesmo que com pequenas falhas, tendem a ser mais bem recebidas do que uma apresentação perfeita e artificial.
A transição para esse modelo exige estrutura. Isso inclui identificar reuniões que existem apenas para compartilhar informações e substituí-las por vídeos curtos e organizados. É importante estabelecer uma cadência regular – semanal ou quinzenal – e manter o foco em três pontos principais: o que está acontecendo, por que isso importa e o que significa para a equipe.
Encontros ao vivo devem ser reservados apenas para decisões e debates estratégicos. O objetivo não é reduzir o diálogo, mas sim torná-lo mais intencional e produtivo.
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