Ex-Presidente da Coreia do Sul Apresenta Desculpas por Decisão de Lei Marcial
Em uma declaração emitida nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, o ex-presidente da Coreia do Sul, com 64 anos, expressou suas desculpas pelo sofrimento causado ao país em dezembro de 2024. A justificativa apresentada foi que o decreto de lei marcial visava, primordialmente, a salvaguardar a nação.
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As informações foram divulgadas pela agência de notícias.
Contexto da Decisão e Justificativas
A declaração veio um dia após a prisão do ex-presidente. Ele argumentou que a imposição da lei marcial, em 3 de dezembro, foi uma medida necessária para conter as ameaças provenientes da Coreia do Norte. A Justiça sul-coreana, por outro lado, considerou a ação como uma tentativa de interromper a ordem pública, referindo-se à instabilidade da época.
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Reação do Ex-Presidente e Contestações
Através de um comunicado divulgado por seu advogado, o ex-presidente contestou a decisão judicial. Ele expressou dificuldades em aceitar a alegação de que a presença de tropas na Assembleia Nacional representava uma insurreição. “Meu julgamento e a minha decisão de declarar lei marcial em 3 de dezembro foram unicamente para o bem do país e do povo”, afirmou. Adicionalmente, ele reconheceu as frustrações e dificuldades geradas por suas próprias falhas, pedindo desculpas ao povo.
Caso da Primeira-Dama Kim Keon Hee
Paralelamente, a ex-primeira-dama Kim Keon Hee, de 53 anos, se declarou culpada das acusações que a levaram a uma pena de 20 meses de prisão, em janeiro de 2026. A condenação foi resultado de aceitar presentes de luxo em troca de favores políticos.
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