Ex-Diretor do Banco Master Depõe no STF: Arruda Botelho detalha colaboração de Bull

Ex-diretor do Banco Master, Luiz Antonio Bull, depôs no STF e colaborou integralmente com as investigações. Outros investigados resistiram a responder perguntas

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(Imagem de reprodução da internet).

Ex-Diretor do Banco Master Depõe no STF

O advogado Augusto Arruda Botelho, representante do ex-diretor de Compliance do Banco Master, Luiz Antonio Bull, declarou nesta terça-feira (27 de janeiro de 2026 que o executivo respondeu integralmente às perguntas feitas durante o depoimento. Arruda Botelho afirmou que Bull manterá a disposição de colaborar com as investigações em curso.

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“O senhor Luiz Bull sempre esteve e continuará à disposição das autoridades. Hoje, respondeu todas as perguntas, tanto da autoridade policial quanto do Ministério Público e do juiz instrutor do STF, no interesse de sempre colaborar com as investigações e assim ele vai se portar durante todo esse processo”, afirmou Arruda Botelho.

Depoimentos e Recusas

Luiz Antonio Bull foi o único dos quatro investigados intimados a depor que compareceu ao STF e respondeu aos questionamentos. O depoimento ocorreu por videoconferência.

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Outros depoimentos foram realizados, porém, alguns investigados se recusaram a responder às perguntas da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, alegando não ter acesso prévio às provas coletadas.

Participantes do Depoimento

Dario Oswaldo Garcia Júnior, ex-diretor financeiro do Banco de Brasília, compareceu presencialmente à sala de audiências do STF na segunda-feira e respondeu aos questionamentos. Luiz Antonio Bull, ex-diretor de Compliance do Banco Master, compareceu ao depoimento por videoconferência na terça-feira e respondeu aos questionamentos.

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Investigação em Andamento

A investigação envolve diversas figuras ligadas ao Banco Master e ao Banco de Brasília. A recusa de alguns investigados em fornecer informações e a necessidade de acesso prévio às provas representam desafios para o andamento das apurações.

A Procuradoria-Geral da República já analisou pedidos de suspeição envolvendo o ministro Dias Toffoli, relator do caso, mas ainda não tomou uma decisão definitiva.

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