Júri de extradição da ex-deputada é adiado novamente na Itália. O caso segue sob análise da Justiça italiana e da Interpol.
O julgamento de extradição da ex-deputada, que permanece presa preventivamente na Itália desde julho de 2025, teve sua data novamente adiada. A Corte de Apelação de Roma informou a impossibilidade de analisar prontamente as informações apresentadas pelo governo brasileiro referentes à Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como “Colmeia”, local onde ela seria detida caso retornasse ao Brasil.
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Uma nova audiência está prevista para a primeira quinzena de fevereiro. Essa não é a primeira vez que o processo é adiado. Em 18 de dezembro, a defesa da ex-deputada solicitou mais tempo para analisar documentos fornecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A parlamentar está envolvida em um caso que remonta a maio de 2025, quando ela deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina, evitando o controle migratório. Após chegar a Buenos Aires, viajou para a Flórida e, em junho do mesmo ano, seguiu para a Itália, buscando proteção através de sua cidadania italiana.
No dia de sua chegada à Itália, seu nome foi incluído na lista de difusão da Interpol, e o STF solicitou sua extradição imediata, aguardando a decisão da Justiça italiana.
A ex-deputada foi condenada inicialmente por ter ordenado a invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em colaboração com o hacker Walter Delgatti. Em uma segunda instância, foi considerada culpada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, relacionados ao incidente em que perseguiu um homem armado pelas ruas de São Paulo em outubro de 2022.
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