Ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, tem prisão preventiva decretada

Ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, tem prisão preventiva decretada no Rio de Janeiro. Justiça considera risco à ordem pública. Caso em andamento.

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(Imagem de reprodução da internet).

Ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, Tem Prisão Preventiva Decretada

O ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026. A decisão foi tomada dois dias após o empresário ter sido detido no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, com uma tornozeleira eletrônica desativada.

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O juiz André Felipe Veras de Oliveira, da 32ª Vara Criminal do RJ, justificou a medida com base no risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Motivação da Decisão Judicial

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a prisão preventiva de Rangel, alegando descumprimento das medidas cautelares anteriormente impostas. Essas medidas foram determinadas após a prisão de Rangel por furto de obras de arte e objetos de um hotel e um escritório de arquitetura.

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Crimes Denunciados

Em maio de 2025, o MPRJ denunciou Rangel pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. O caso está em andamento na comarca do Rio de Janeiro.

Contestação da Defesa

A defesa de Rangel, representada pelo advogado Vicente Donnici, contestou a acusação de descumprimento das medidas cautelares. Segundo os advogados, o empresário não permaneceu mais de 30 dias distante do Rio sem comunicar à Justiça, conforme o termo imposto.

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A defesa argumentou que Rangel viajou ao Ceará em 29 de dezembro e que não há evidências de que a tornozeleira eletrônica estivesse desativada. Caso isso fosse comprovado, a defesa alegou que não houve intenção.

Reiteração de Violações

Em resposta aos argumentos da defesa, o juiz André Felipe Veras de Oliveira afirmou que o relatório da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) demonstra reiteradas violações de monitoramento por parte do réu.

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