EUA propõem desarmamento nuclear radical! Thomas DiNanno critica tratado e defende nova abordagem em Genebra. Alvo: China e cenário global de 2026.
Os Estados Unidos reforçaram suas posições nesta sexta-feira (6) em relação ao controle de armas nucleares, após o fim da vigência do tratado que regulamentava os programas estratégicos de defesa de Rússia e dos EUA. O subsecretário de Estado americano para Controle de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, apresentou suas considerações à Conferência de Desarmamento em Genebra.
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DiNanno argumentou que a extensão do acordo, que vigorou por mais de duas décadas, não representava um benefício para os Estados Unidos nem para a segurança global. Ele destacou que o tratado era inerentemente falho, pois não abrangia a China, um ator nuclear significativo.
A avaliação se baseia na percepção de que as ameaças nucleares evoluíram, com múltiplos países possuindo armas nucleares.
O subsecretário enfatizou que um acordo bilateral, restrito a apenas uma potência nuclear, seria inadequado no contexto de 2026 e para o futuro. A posição do governo, influenciada por declarações anteriores do então presidente Donald Trump, reflete uma mudança de estratégia em relação ao controle de armas nucleares, buscando uma abordagem mais abrangente e inclusiva.
DiNanno ressaltou a necessidade de considerar as novas dinâmicas do cenário internacional, onde a presença de diversas potências nucleares exige uma abordagem de desarmamento que envolva todos os atores relevantes. A discussão em Genebra visa estabelecer um novo marco para o controle de armas nucleares, alinhado com os desafios do século XXI.
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