Os Estados Unidos estão considerando oferecer pagamentos diretos aos moradores da Groenlândia como forma de fomentar a separação da ilha da Dinamarca e sua subsequente integração aos EUA. A iniciativa surge como parte de uma estratégia mais ampla para alterar a dinâmica geopolítica na região do Atlântico Norte.
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A Reuters reportou que os valores em análise variam entre US$ 10 mil e US$ 100 mil por indivíduo, com o objetivo de obter apoio político para a separação.
Possíveis Cenários de Incentivo
Além dos pagamentos diretos, o governo norte-americano avalia outras opções, incluindo acordos diplomáticos e, em último caso, a possibilidade de intervenção militar. A administração republicana prioriza soluções negociadas, buscando um caminho que minimize conflitos e maximize os interesses estratégicos dos EUA.
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Impacto Financeiro e Modelo de Acordo
Se a proposta de US$ 100 mil por pessoa for implementada, os Estados Unidos teriam um custo total de US$ 5,7 bilhões. O governo Trump demonstra interesse estratégico na Groenlândia, devido à riqueza do território em minerais considerados cruciais para a segurança nacional americana e sua importância geopolítica no Hemisfério Ocidental.
Reação Internacional e Próximos Passos
Governos europeus, incluindo França, Alemanha e Reino Unido, emitiram uma declaração conjunta, afirmando que a decisão sobre o futuro da Groenlândia deve ser tomada exclusivamente pela ilha e pela Dinamarca. A Casa Branca respondeu com declarações da secretária de imprensa do governo Trump, que mencionou que a administração está estudando a possibilidade de uma “compra potencial”.
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O Secretário de Estado Marco Rubio agendará uma reunião com seu homólogo dinamarquês em Washington para discutir o assunto.
