EUA e Brasil Unem Forças em Busca de Minerais Críticos e Novas Parcerias

EUA e Brasil unem forças para dominar minerais críticos! 🚀 Parceria estratégica busca fortalecer a produção no Brasil, com apoio da DFC em Goiás. EUA prioriza refino de terras raras e busca vantagens econômicas com Brasil, Argentina, Paraguai, Peru e Equador. #mineraiscríticos #investimento #parceria

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

EUA e Brasil Buscam Parcerias Estratégicas em Minerais Críticos

O secretário adjunto de Estado para Assuntos Econômicos, Energéticos e Empresariais dos EUA, em uma entrevista por videoconferência na 4ª feira (11.fev.2026), defendeu o desenvolvimento do processamento de terras-raras e outros minerais críticos no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo americano busca fortalecer parcerias com países da América do Sul, incluindo Brasil, Argentina, Paraguai, Peru e Equador, visando criar capacidades regionais de extração e transformação desses materiais essenciais para a produção de equipamentos eletrônicos de alta tecnologia.

A iniciativa tem como objetivo principal reduzir as vulnerabilidades existentes nas cadeias globais de suprimento, buscando vantagens econômicas tanto nos Estados Unidos quanto nos países parceiros. O secretário enfatizou que o interesse dos EUA em ver parte do processamento realizado no Brasil se deve à natureza do refino, que é mais concentrada do que a própria mineração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional (DFC) já está oferecendo apoio financeiro a dois projetos brasileiros no estado de Goiás, que se concentram em elementos de terras-raras pesadas. O secretário assistente ressaltou que o potencial para projetos de colaboração entre os Estados Unidos e o Brasil é considerável, com a embaixada americana preparando um simpósio para destacar as oportunidades existentes no mercado brasileiro.

Segundo o secretário, a busca por investimentos a partir de reuniões que destaquem as ricas oportunidades no mercado brasileiro é uma prioridade. A iniciativa americana não é uma retaliação contra a China, conforme declarado pelo vice-presidente [JD] Vance, mas sim uma proposta de parceria comercial para países dispostos a aderir aos padrões e à abordagem favorável ao mercado dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Sair da versão mobile