EUA consideram liberar petróleo iraniano e russo para conter crise no Oriente Médio!
EUA consideram liberar petróleo iraniano e russo para conter alta dos preços! 🚨 Secretário Bessent anuncia possível medida após fechamento do Estreito de Ormuz. Saiba mais!
Os Estados Unidos estão considerando a liberação de petróleo iraniano retido em navios-tanque no mar como uma forma de mitigar o aumento dos preços do petróleo, impulsionado pelo fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, anunciou que a suspensão das sanções sobre cerca de 140 milhões de barris de petróleo iraniano poderia ocorrer em breve.
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Essa medida, combinada com a liberação temporária de petróleo russo sancionado (aproximadamente 130 milhões de barris), visa aumentar a oferta global e estabilizar os preços do petróleo, que haviam ultrapassado US$ 100 por barril nas últimas semanas.
O objetivo é conter o impacto do fechamento do Estreito de Ormuz na passagem de navios e na influência do Irã sobre essa rota crucial.
Possível Isenção e Impacto no Abastecimento
Segundo uma fonte interna do Departamento do Tesouro, a estratégia envolveria uma isenção semelhante àquela aplicada ao petróleo russo, permitindo a venda de petróleo iraniano retido no mar por um período limitado. Essa ação poderia acelerar o fluxo de petróleo destinado à China para mercados globais, contribuindo para um abastecimento mais amplo e reduzindo a influência do Irã sobre o Estreito de Ormuz.
Medidas Adicionais e Colaboração Internacional
Além da liberação de petróleo sancionado, os EUA estão considerando a liberação unilateral de reservas da Reserva Estratégica de Petróleo e uma ação coordenada com o G7 para liberar 400 milhões de barris. O Secretário Bessent enfatizou que o governo não interviria nos mercados financeiros, mas sim focaria em aumentar a oferta física de petróleo para compensar o déficit de 10 a 14 milhões de barris por dia causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.
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Reações e Colaboração Internacional
O presidente Donald Trump elogiou a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, por sua postura em relação à situação no Estreito de Ormuz. O Japão, juntamente com outras nações europeias, também se comprometeu a tomar medidas para estabilizar os mercados de energia e garantir a passagem segura de navios pela região.
A marinha japonesa possui capacidades de detecção de minas, e espera-se que o país contribua com suas reservas de petróleo.
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