Operação Militar nos EUA e Captura de Nicolás Maduro
Os Estados Unidos anunciaram a realização de uma operação militar na Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda). A ação, que ocorreu na madrugada de sábado (3.jan.2026), foi justificada como uma resposta a ameaças aos interesses norte-americanos.
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O Secretário de Estado, Marco Rubio, enfatizou que a operação demonstra a seriedade do presidente (republicano) ao anunciar medidas, após repetidas oportunidades de Maduro ignorar soluções e optar por um comportamento considerado “louco”.
Detalhes da Operação Militar
A operação envolveu o uso de 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos, além de helicópteros militares dos EUA que transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana. A missão durou aproximadamente duas horas e 20 minutos. Houve questionamentos sobre a legalidade da operação, devido à falta de aprovação da Organização das Nações Unidas (ONU).
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Reações e Declarações
O presidente (Partido Republicano) afirmou que os Estados Unidos assumirão temporariamente a administração do país até que uma transição política seja definida, concentrando-se na exploração e venda do petróleo venezuelano. A vice-presidente, Delcy Rodríguez, classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país, expressando abertura para uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
Contexto Político
Nicolás Maduro, que ocupa a presidência da Venezuela desde 2013, tem sido alvo de críticas e sanções por parte dos Estados Unidos e de outros países, devido a acusações de violações de direitos humanos, corrupção e regimes autoritários. A captura de Maduro representa um marco significativo na relação entre os dois países, que tem sido marcada por tensões e conflitos.
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