Operação Militar nos EUA Capturam Nicolás Maduro
Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram uma operação militar que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) na Flórida. O incidente, orquestrado pelo governo republicano, foi apresentado como uma resposta a ameaças aos interesses norte-americanos.
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O Secretário de Estado, Marco Rubio, enfatizou que a ação demonstrava a seriedade das intenções do presidente e reforçava a capacidade de resposta dos EUA.
A operação envolveu ataques a quatro alvos na Venezuela, utilizando 150 caças e bombardeios. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, onde capturaram Maduro e a primeira-dama. A missão durou aproximadamente duas horas e 20 minutos.
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A operação gerou questionamentos sobre a legalidade de uma intervenção militar em outro país sem a aprovação da Organização das Nações Unidas.
Detalhes da Operação e Reações
O General Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, confirmou a ordem de Trump para capturar Maduro. O Secretário de Estado, Marco Rubio, destacou que a ação foi tomada devido a decisões de Maduro que representavam uma ameaça direta aos interesses nacionais dos EUA, como a aproximação com o Irã, a confisco de ativos de empresas de petróleo norte-americanas e a manutenção de cidadãos dos EUA como reféns.
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O governo dos EUA, sob a liderança do Presidente (Partido Republicano), assumiu temporariamente a administração da Venezuela até que uma transição política fosse definida. O foco inicial foi a exploração e a venda do petróleo venezuelano. A Constituição venezuelana previa que o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, Delcy Rodríguez, com quem Rubio conversou e que manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
Reações e Controvérsias
A líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
A operação gerou debates sobre a legitimidade da intervenção e o respeito à soberania de outros países. A questão da aprovação do Congresso dos EUA para a operação também foi levantada, com dúvidas sobre o cumprimento de leis norte-americanas.
Conclusão
A captura de Nicolás Maduro representa um ponto de inflexão nas relações entre os Estados Unidos e a Venezuela. A operação demonstra a determinação dos EUA em proteger seus interesses nacionais, mesmo que isso implique em ações controversas e em questionamentos sobre a legalidade e a ética da intervenção em outros países.
A situação permanece complexa e incerta, com implicações de longo alcance para a política regional e internacional.
