EUA avaliam ação militar no Irã após manifestações e crise econômica

Tensões no Oriente Médio: EUA avaliam ação contra Irã. Trump analisa ataque a Teerã em resposta a protestos. Crise econômica e repressão no Irã.

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(Imagem de reprodução da internet).

Tensões no Oriente Médio: Possível Ação dos EUA contra o Irã

Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem considerado a possibilidade de uma ação militar no Irã, em resposta às manifestações que se intensificaram no país. Segundo fontes internas, o governo Trump avalia opções que incluem ataques a alvos não militares em Teerã, além de sanções e ciberataques contra o Irã.

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A situação é acompanhada por altos funcionários do governo, incluindo o Secretário de Estado, o Secretário de Guerra e o Chefe do Estado-Maior do Exército.

A crescente instabilidade no Irã, desencadeada por protestos em mais de 500 localidades em 31 províncias, tem gerado preocupação nos Estados Unidos. As manifestações, iniciadas no final de dezembro de 2025, são motivadas por inflação elevada, desvalorização da moeda e aumento dos preços de bens essenciais, além de reivindicações por reformas políticas e do sistema judiciário.

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Crise Econômica e Repressão no Irã

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, classificou os manifestantes como “sabotadores” e declarou que o país “não recuará” diante do que chamou de “atos destrutivos”. As forças de segurança têm utilizado armas de fogo, gás lacrimogêneo e munição de espingardas de chumbo contra os manifestantes.

Reação dos EUA e Contexto Internacional

O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, responsabilizou os EUA por promoverem a “transformação de manifestações pacíficas em atos violentos, subversivos e de vandalismo generalizado”. O diplomata caracterizou as ações americanas como uma “conduta contínua, ilegal e irresponsável”.

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Situação na Venezuela e Impacto Regional

A crise econômica iraniana se agravou significativamente, com o rial perdendo mais de 1/3 de seu valor em relação ao dólar durante 2025. A inflação atingiu 42,2% em dezembro de 2025, comprometendo o poder aquisitivo da população. A situação é acompanhada por altos funcionários do governo.

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