O Departamento de Estado americano expressou preocupação nesta quinta-feira (1º) com o aumento das tensões na região do Estreito de Taiwan, instando a China a reduzir a pressão militar. A declaração veio após uma série de exercícios militares realizados por Pequim, que envolveram o lançamento de mísseis e o envio de aeronaves e navios para cercar a ilha.
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Manobras e Reações
As manobras militares chinesas, consideradas “altamente provocadoras” por Taiwan, visam simular um bloqueio dos portos taiwaneses. Taiwan, que considera seu status quo como parte integrante de seu território, condenou as ações, enquanto a China mantém a posição de que Taiwan é parte inalienável de seu território e reserva o direito de usar a força para garantir sua reunificação.
Posicionamento dos EUA
Os Estados Unidos reafirmaram seu apoio à paz e à estabilidade no Estreito de Taiwan, e se opõem a qualquer mudança unilateral do status quo por meio de força ou coerção. O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, enfatizou a importância de um diálogo construtivo entre as partes.
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Comentários do Presidente Biden
O presidente americano, em declarações anteriores, minimizou a preocupação com os exercícios militares da China, afirmando não ter recebido informações sobre uma possível invasão da ilha. Ele ressaltou a longa história de exercícios navais na região e a necessidade de interpretar as ações com cautela.
Apoio Americano a Taiwan
O apoio dos Estados Unidos a Taiwan se intensificou recentemente com a aprovação de um pacote de ajuda militar de 11 bilhões de dólares. Essa medida demonstra o compromisso contínuo dos EUA em garantir a autodefesa de Taiwan, embora mantenha uma posição ambígua sobre a intervenção militar direta em caso de invasão.
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