ETFs Brasileiros: Crescimento Esperado com Redução da Selic em 2026

ETFs Brasileiros: Crescimento Esperado com Redução da Selic
Especialistas preveem ciclo de crescimento para ETFs no Brasil com expectativa de queda da Selic. Encontro da B3 e S&P Dow Jones Indices destaca novas oportunidades

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

ETFs Brasileiros Preveem Crescimento com Redução da Selic

Especialistas preveem um ciclo de crescimento para os ETFs (Fundos de Índice) no Brasil a partir do próximo ano, impulsionado pela expectativa de redução da taxa Selic. Essa avaliação foi feita durante o Encontro Anual Sobre Índices e ETFs no Brasil, realizado em São Paulo, em parceria entre a S&P Dow Jones Indices e a B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perspectiva de um ambiente mais favorável e a nova regulação da CVM podem destravar o potencial desse mercado.

Expectativas de Redução da Selic

Thalita Forne, superintendente da Bolsa de Valores do Brasil, destacou a importância de um ambiente propício para o amadurecimento da indústria de ETFs. “Estamos num momento realmente de mudança, em que temos tudo para dar certo. Estamos esperando um ano bastante diferente para 2026, com redução de taxa de juros e estabilização”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro, que manteve a Selic, reforçou a perspectiva de um cenário positivo.

Vantagens dos ETFs

Os ETFs oferecem simplicidade e diversificação, replicando carteiras de índices como o Ibovespa. Existem ETFs de renda variável, renda fixa, moedas e até criptoativos, ampliando as possibilidades de investimento. A nova regulação da CVM, a Norma 179, pode ajudar a destravar o mercado, desde que acompanhada de capacitação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Barreiras ao Avanço dos ETFs

Apesar das vantagens, o mercado de ETFs ainda enfrenta barreiras, como a remuneração dos assessores e investidores. O modelo atual de comissionamento desestimula a venda de ETFs. Além disso, o investidor brasileiro ainda está habituado à renda fixa, o que exige familiaridade com o investimento em ETFs.

Comunicação com o Investidor

Marcelo Billi, superintendente de sustentabilidade, inovação e educação da Anbima, chamou a atenção para a importância de uma comunicação eficaz com o investidor. “O investidor não quer uma aula técnica sobre como funciona o ETF. Ele quer entender se aquele produto resolve o que ele precisa.”

Conclusão

A expectativa é que, com a redução da Selic e o amadurecimento do mercado, os ETFs brasileiros possam crescer significativamente, oferecendo novas oportunidades de investimento para os brasileiros.

Sair da versão mobile