Estreito de Ormuz em Crise: Ataques e Retaliação Ameaçam o Trânsito Marítimo Global!

Estreito de Ormuz em crise! Ataques aumentam tensão e reduzem tráfego de petroleiros. Navios, incluindo o Universal Victor, retornam ao Golfo Pérsico. EUA e Irã alertam: risco elevado!

28/02/2026 16:02

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(Imagem de reprodução da internet).

Tráfego Marítimo Reduzido no Estreito de Ormuz Após Ataques

O tráfego de petroleiros na região do Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte de petróleo, sofreu uma drástica redução. Dados recentes da empresa de análise Kpler indicam que, desde a tarde de sábado (28), cerca de 20% a 25% menos embarcações transitam pela área.

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O estreito, localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, tem sido palco de tensões crescentes.

Reação das Embarcações

Várias embarcações, incluindo o petroleiro de grande porte da Orbiter, Universal Victor, Mitake e Trikwong Venture, retornaram ao Golfo Pérsico. Segundo Emmanuel Bellostrino, gerente sênior de petróleo bruto da Kpler, pelo menos quatro navios retornaram.

Essas embarcações transportam aproximadamente 8 milhões de barris de petróleo.

Alerta da UKMTO

A UKMTO (Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido), órgão militar britânico, confirmou que várias embarcações operando no Golfo Pérsico relataram o fechamento do Estreito de Ormuz. No entanto, a UKMTO ressaltou que não pode verificar independentemente essas informações.

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A organização enfatiza que, apesar das tensões, os navios continuam com o direito de navegar em águas internacionais, conforme o direito internacional.

Resposta do Governo dos EUA e Irã

O Departamento de Transportes dos Estados Unidos recomendou que as embarcações se mantenham afastadas das áreas do Estreito de Ormuz, Golfo Pérsico, Golfo de Omã e Mar Arábico. Enquanto isso, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alertou que, devido à insegurança causada pelos ataques dos EUA e de Israel, não é seguro atravessar o estreito neste momento.

Ataques e Retaliação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou os ataques do país com Israel contra o Irã, descrevendo a campanha como “massiva e contínua”. Trump afirmou que o objetivo é “defender o povo americano” do que chamou de “ameaças do governo iraniano”. Em resposta, o Irã atacou os Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Arábia Saudita.

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