Estados Unidos recebem 56 presos após liberação na Venezuela

Estados Unidos confirma soltura de 56 presos políticos na Venezuela. Governo de Maduro contesta número divulgado pela ONG Foro Penal.

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(FILES) Aerial view of the Miraflores presidential palace in Caracas 05 January, 2008. On late January 5, 2025, shots were fired near Venezuela's presidential palace, witnesses said, with a source close to the government adding the situation was under control, after US forces ousted Nicolas Maduro in the January 3 raid. (Photo by Juan BARRETO / AFP)

Libertação de Americanos na Venezuela Confirmada

O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira, 13, que a Venezuela iniciou a soltura de presos americanos detidos no país. A iniciativa, que começou na última quinta-feira, 8, representa um passo importante na direção indicada pelas autoridades interinas.

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O funcionário do Departamento de Estado, que preferiu permanecer anônimo, expressou o apoio da administração americana à medida.

A soltura dos presos americanos ocorreu após um acordo entre o governo interino, liderado pela presidente Delcy Rodríguez, e os Estados Unidos. Inicialmente, informações indicavam que o número de americanos libertados ultrapassava uma unidade, mas novas fontes confirmaram um total de cinco indivíduos.

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De acordo com relatos, quatro americanos foram liberados na terça-feira, 13, e outro na segunda-feira, 12. Essa liberação faz parte de um acordo que envolveu a repatriação de migrantes americanos deportados para El Salvador, em um precedente estabelecido em julho.

O governo de Donald Trump comemorou a liberação dos primeiros presos políticos, e em troca, cancelou uma possível “segunda onda de ataques” contra a Venezuela. No entanto, a situação permanece complexa devido à falta de transparência do governo venezuelano.

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A ONG Foro Penal confirmou a soltura de 56 presos políticos, mas o governo venezuelano contesta o número divulgado, alegando que 400 pessoas foram libertadas. A falta de detalhes sobre os critérios de liberação e a ausência de provas apresentadas pelo governo venezuelano dificultam a verificação independente da situação.

O aumento no número de detidos ocorreu em decorrência dos protestos que ocorreram durante as eleições de 2024, em que o presidente Nicolás Maduro foi declarado vencedor, apesar das acusações de fraude eleitoral.

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