EUA planejam ação militar no Irã! 🚨 Segundo Axios, Trump busca derrubar aiatolá Khamenei com operação aérea, tem apoio das FDI e Israel. Crise no Oriente Médio!
Segundo o jornal digital Axios, os Estados Unidos planejam uma ação militar no Irã nos próximos dias. O plano se assemelharia à incursão que resultou na queda do presidente venezuelano Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) em Caracas, em 3 de janeiro.
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A operação, de curta duração e realizada principalmente por via aérea, visava, em grande parte, remover Maduro do poder.
Um dos objetivos da administração Trump, liderada pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano), seria derrubar o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei – que ocupa o cargo desde 1989. A expectativa é que a ação seja rápida, com apoio das Forças de Defesa de Israel (FDI).
Sarit Zehavi, presidente do thinktank internacional Alma, acredita que os Estados Unidos podem atacar rapidamente por meio de ofensivas aéreas, com o apoio das FDI. Ela avalia que a participação de tropas no solo é improvável. Zehavi destaca que, se o grupo extremista Hezbollah se envolver, a situação se tornará muito mais complexa, com uma resposta imediata de Israel.
Zehavi alerta que, mesmo que os EUA não realizem uma ofensiva militar, a reputação de Trump pode ser prejudicada, especialmente em relação ao apoio a Israel. Ela adverte que uma falha em agir poderia ser interpretada como fraqueza por parte do Ocidente, incentivando ações de grupos radicais islâmicos em todo o mundo.
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Os Estados Unidos mantêm uma presença militar significativa no Oriente Médio, com 36 bases em países como Egito, Jordânia e Israel. Desde o início de fevereiro, o governo Trump intensificou a pressão sobre o Irã para impedir o avanço do seu programa nuclear.
Monitoramentos recentes revelam que aeronaves da Força Aérea dos EUA estão cruzando o Oceano Atlântico em direção ao Oriente Médio, com destaque para o uso de aeronaves Boeing C-17A Globemaster III, projetadas para transportar tropas e carga.
Apesar da situação tensa, especialistas preveem que um ataque imediato é improvável, mas a possibilidade de uma ação nos próximos dias é considerada alta. A decisão de agir ou não terá implicações significativas para a política internacional e a segurança regional.
A análise de Sarit Zehavi sugere que, mesmo que não haja uma ofensiva militar, a reputação de Donald Trump pode ser seriamente afetada. A falha em demonstrar firmeza em relação a Israel poderia ser vista como fraqueza, incentivando ações de grupos radicais islâmicos em todo o mundo.
A situação também pode gerar instabilidade no Irã, com a falta de liderança e a influência da Guarda Revolucionária.
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