Ataque à Venezuela: Decisão dos EUA e Aparições de Maduro
A decisão dos Estados Unidos de atacar a Venezuela, em 3 de janeiro de 2026, foi influenciada pelas recentes aparições televisivas do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda). Segundo informações do jornal, o clima de indiferença e danças exibidas por Maduro nas semanas anteriores convenceram assessores do presidente Donald Trump (Partido Republicano) de que o líder venezuelano estava testando um blefe.
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A situação se agravou com a transmissão de eventos oficiais, como o dia 31 de dezembro, onde Maduro dançou ao som de música eletrônica, incluindo sua própria voz repetindo frases como “paz sim” e “não à guerra” em inglês, afirmando que a música era “a número 1 da temporada venezuelana”.
Comício em 10 de Dezembro de 2025
Em 10 de dezembro de 2025, Maduro (PSUV, esquerda) cantou e dançou “Don’t Worry, Be Happy” de Bobby McFerrin, uma canção de reggae clássica, em um comício na 4ª feira. O líder venezuelano reiterou o pedido de paz e amor, evitando a expressão “guerra louca”, dedicando a canção aos norte-americanos “que estão contra a guerra”.
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Decisão e Ação dos EUA
Na Casa Branca, a decisão de atacar a Venezuela foi tomada. O presidente Trump (Partido Republicano) anunciou a operação militar em 3 de janeiro de 2026, através da rede Truth Social, informando a captura de Maduro e do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.
A operação, realizada na madrugada de sábado, envolveu o uso de 150 caças e bombardeios, com helicópteros militares transportando tropas para Caracas. Houve questionamentos sobre a falta de aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para uma operação militar em outro país.
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Transição e Relação com a Venezuela
Trump anunciou que os EUA assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida, concentrando-se na exploração e venda do petróleo venezuelano. A vice-presidente Delcy Rodríguez conversou com Trump e manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump afirmou que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela. Delcy Rodríguez classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país, indicando que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
