Estados Unidos apreende petroleiros venezuelanos no Atlântico e acusa navios
EUA apreendem petroleiros no Atlântico e intensificam pressão sobre Venezuela. Operação visa impedir saída de petróleo venezuelano.
Os Estados Unidos anunciaram, na sexta-feira, 9, a apreensão de dois petroleiros no Oceano Atlântico. O objetivo da operação era impedir a saída de petróleo venezuelano do país. Este é o quinto navio retido nas últimas semanas.
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Detalhes da Apreensão
O navio apreendido, o “Olina”, é descrito como “mais um petroleiro da ‘frota fantasma’ suspeito de transportar petróleo embargado”. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, informou que o navio “zarpou da Venezuela tentando escapar das forças americanas”.
Outras Apreensões Recentes
Na quarta-feira, 6, outros dois petroleiros ligados à Venezuela já haviam sido retidos no mesmo oceano. A operação faz parte do esforço do governo de Donald Trump para controlar o fluxo de petróleo nas Américas e reforçar as restrições contra Caracas.
Informações Adicionais sobre os Navios
Um dos navios apreendidos navegava sob bandeira da Rússia, segundo a agência Reuters. O navio Marinera, anteriormente conhecido como Bella-1, havia mudado recentemente para a bandeira russa e se recusou a ser abordado no mês anterior. A operação contou com apoio da Força Aérea Real Britânica, com navios e um submarino da Rússia nas proximidades durante a abordagem.
Ações e Acusações
Na mesma manhã, a Guarda Costeira interceptou o M Sophia, um navio de bandeira panamenha carregado com petróleo venezuelano. A procuradora-geral Pam Bondi afirmou que a tripulação do Marinera tentou evitar a abordagem da Guarda Costeira e enfrentará acusações criminais.
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Posicionamento do Governo Norte-Americano
O governo norte-americano considera os navios parte de uma “frota paralela” usada para transportar petróleo de Venezuela e Irã. Segundo o governo, apenas transporte marítimo em conformidade com suas leis e interesses de segurança nacional será permitido.
Stephen Miller, chefe de gabinete adjunto da Casa Branca, enfatizou o potencial econômico do setor energético venezuelano por meio de canais comerciais legítimos e autorizados.
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