Espírito Santo e Rio de Janeiro lideram crescimento industrial em 2026! 🚀 IBGE divulga dados surpreendentes e revela os estados que bombam. Descubra quais regiões se destacam e quais enfrentam quedas na produção industrial. Saiba mais!
Em 2025, o Espírito Santo e o Rio de Janeiro apresentaram um crescimento notável em suas indústrias, superando em mais de 10% e 5%, respectivamente, em comparação com o ano anterior. Esses dados foram divulgados na terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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A instituição realiza essa análise anualmente em 18 localidades, abrangendo 17 unidades da federação que representam, no mínimo, 0,5% da indústria nacional, e o Nordeste como um todo.
O Espírito Santo se destacou com um crescimento de 11,6%, impulsionado principalmente pelo setor extrativo, com aumento na extração de petróleo, gás natural e minério de ferro. O Rio de Janeiro registrou um crescimento de 5,1%, também com forte influência do setor extrativo.
Santa Catarina apareceu como a terceira maior influência, com destaque para os setores de alimentos, incluindo carnes, miudezas de aves congeladas, preparações e conservas de peixe e embutidos de carnes de suínos.
Além do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, outros estados registraram um crescimento acima da média nacional. Goiás e Rio Grande do Sul apresentaram um crescimento de 2,4%, enquanto Minas Gerais registrou um crescimento de 1,3%. O Pará também teve um crescimento de 0,8%.
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Em contrapartida, diversos estados enfrentaram quedas na produção industrial. O Rio Grande do Sul liderou as perdas, com uma queda de 12,9%. A Região Nordeste como um todo também teve uma queda de 0,8%. Outros estados com desempenho negativo incluem Ceará (-0,6%), São Paulo (-2,2%), Pernambuco (-3,8%), Maranhão (-5,1%), Mato Grosso (-5,8%) e Rio Grande do Norte (-11,6%).
A queda na produção industrial em São Paulo, que representa um terço de toda a produção industrial brasileira, exerceu a maior pressão negativa no período, com uma redução de 2,2%. Fatores como a queda na produção de derivados do petróleo, incluindo álcool etílico, óleo diesel, gasolina automotiva e asfalto de petróleo, e a redução na fabricação de medicamentos no setor farmacêutico contribuíram para esse desempenho.
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