Escândalo Epstein: Investigação se Expande com Acusações Contra Mandelson e Depoimento dos Clinton
O ex-presidente Donald Trump voltou a defender sua inocência em relação ao escândalo envolvendo Jeffrey Epstein, após a divulgação de novos documentos que geraram uma investigação contra figuras importantes, incluindo o ex-embaixador do Reino Unido em Washington, Peter Mandelson.
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A polícia britânica iniciou uma investigação formal contra Mandelson por supostas “crimes de má conduta no exercício de um cargo público”, em decorrência das acusações de que teria facilitado informações confidenciais ao criminoso sexual.
A situação se agrava nos Estados Unidos, onde o ex-presidente Bill Clinton e sua esposa, Hillary Clinton, deverão depor no Congresso em fevereiro sobre seus laços com Epstein. O comitê responsável pela investigação, liderado pelo republicano James Comer, ressaltou que “ninguém está acima da lei, e isso inclui os Clinton”.
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A expectativa é que as depoções estabeleçam um precedente para futuras investigações.
Donald Trump, por sua vez, insistiu que os novos documentos não revelaram nada sobre ele, exceto uma “conspiração” por parte de Epstein e outros indivíduos. O presidente republicano sugeriu que o país deveria se concentrar em questões mais relevantes, como a saúde pública.
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O caso envolvendo o linguista Noam Chomsky também ressurgiu, após a divulgação de e-mails de 2019 em que o intelectual expressava solidariedade a Epstein. Além disso, usuários de redes sociais criaram imagens falsas geradas por inteligência artificial, mostrando personalidades políticas como a líder opositora venezuelana María Corina Machado e o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, ao lado de Epstein.
A divulgação de nomes e informações detalhadas dos documentos de Epstein gerou um pedido judicial para bloquear o acesso aos arquivos, mas um juiz federal cancelou a audiência prevista, após as partes resolverem as questões de privacidade. A publicação das informações também levou à inclusão de nomes como o ex-príncipe britânico Andrew, agora conhecido como Andrew Mountbatten-Windsor, que deixou sua residência em Windsor.
A investigação continua em curso, com o objetivo de esclarecer os laços entre Epstein e diversas personalidades de alto escalão.
