Eritritol: Novo Perigo em Adoçantes “Zero Açúcar”? Estudo Revela Riscos Surpreendentes

Eritritol: Novo estudo aponta riscos à saúde! Pesquisas da Universidade do Colorado revelam possíveis danos aos vasos sanguíneos e cérebro. O que você precisa saber!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Eritritol e seus Possíveis Impactos na Saúde

O eritritol, um adoçante frequentemente encontrado em produtos sem açúcar, tem gerado preocupação recente devido a um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade do Colorado. As descobertas sugerem que o consumo regular desse composto pode estar associado a alterações na função dos vasos sanguíneos e a danos em células que protegem o cérebro.

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A pesquisa levanta questões sobre a segurança de produtos rotulados como “zero açúcar”.

O que é Eritritol e Onde é Encontrado?

O eritritol é um tipo de álcool de açúcar, também conhecido como poliol, que é utilizado como alternativa ao açúcar em diversos produtos industrializados. É comum em alimentos consumidos por pessoas que buscam reduzir o consumo de calorias ou que seguem dietas com restrição de açúcar. O eritritol pode ser encontrado em barras de proteína, bebidas energéticas, refrigerantes sem açúcar, doces diet e sobremesas “zero açúcar”, além de snacks proteicos e suplementos.

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Risco de Complicações Cardiovasculares e Neurológicas

Apesar de ser considerado uma alternativa mais saudável ao açúcar refinado, devido ao seu menor impacto glicêmico, o estudo da Universidade do Colorado aponta para possíveis riscos. Os pesquisadores observaram que o eritritol pode afetar a barreira hematoencefálica, a estrutura que protege o cérebro.

Em testes laboratoriais, a exposição ao adoçante foi associada a danos nas células que formam essa barreira, aumentando a vulnerabilidade do cérebro à formação de coágulos.

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Desequilíbrios Vasculares e Risco de AVC

Além dos efeitos no cérebro, o estudo indica que o eritritol pode influenciar a função dos vasos sanguíneos. A substância parece reduzir a produção de óxido nítrico, uma molécula essencial para a dilatação dos vasos, e, ao mesmo tempo, aumenta os níveis de endotelina-1, que promove a contração vascular.

Esse desequilíbrio pode levar ao estreitamento excessivo das artérias, dificultando o transporte de oxigênio e nutrientes para o cérebro e, consequentemente, aumentando o risco de eventos cardiovasculares e neurológicos, incluindo o AVC.

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