Eric Dane, estrela de “Grey’s Anatomy”, faleceu após luta contra a ELA. Família relata momentos de amor e apoio. Descubra mais!
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica devastadora que afeta diretamente os neurônios motores, as células responsáveis por controlar os movimentos dos músculos. A condição se manifesta através de uma fraqueza e atrofia muscular progressivas, e, felizmente, geralmente não impacta a capacidade intelectual da pessoa.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Recentemente, o ator Eric Dane, conhecido por seu papel como o Dr. Mark Sloan em “Grey’s Anatomy”, enfrentou essa doença. Após uma batalha pessoal, ele faleceu cercado de amor e apoio. Sua família relatou que os últimos dias foram marcados pela presença de amigos próximos, sua esposa e suas duas filhas, Billie e Georgia.
Durante sua jornada, Eric se tornou um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa sobre a ELA, buscando aumentar a compreensão e o financiamento para encontrar tratamentos eficazes. A família expressou sua gratidão pelo carinho e apoio dos fãs, pedindo respeito e privacidade neste momento delicado.
Eric descreveu o processo que o levou ao diagnóstico como longo e exaustivo, envolvendo consultas com diversos especialistas e uma série de exames clínicos até que um neurologista confirmasse o diagnóstico de ELA.
À medida que a doença progredia, ele compartilhou publicamente sua experiência, relatando a perda gradual de função em seu braço e a crescente fraqueza em todo o corpo. Apesar da gravidade da condição, Eric continuou a participar das gravações da terceira temporada de “Euphoria”, demonstrando resiliência e determinação.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A ELA causa a degeneração progressiva dos neurônios motores no cérebro, tronco encefálico e medula espinhal. É uma doença sem remissão e sem cura conhecida, que se agrava com o tempo. A progressão da doença é constante e irreversível.
Os sintomas da ELA variam de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem: fraqueza muscular que começa em um membro ou lado do corpo, dificuldade em realizar tarefas cotidianas como caminhar e se levantar, alterações na fala, dificuldade para engolir, cãibras e espasmos musculares.
Em estágios avançados, a ELA pode comprometer a capacidade respiratória, necessitando de suporte ventilatório.
O diagnóstico da ELA é baseado em um exame neurológico, histórico do paciente e exclusão de outras doenças. Exames como eletroneuromiografia, exames de sangue e de imagem podem ser utilizados. O tratamento visa retardar a progressão da doença e aliviar os sintomas.
Medicamentos como o riluzol podem ajudar a prolongar a vida e reduzir a velocidade da perda de força muscular. O cuidado é multidisciplinar, envolvendo diversos profissionais de saúde para garantir a melhor qualidade de vida possível.
Apesar da falta de cura, o tratamento e o apoio multidisciplinar podem ajudar a prolongar a vida e a melhorar a qualidade de vida dos pacientes com ELA, permitindo que eles mantenham sua mobilidade, comunicação e capacidade de alimentação pelo maior tempo possível.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!