O governo do Equador lançou uma operação militar de grande escala nas províncias costeiras de Guayas, Los Ríos e Manabí. Cerca de 10.000 soldados foram mobilizados com o objetivo de combater organizações criminosas envolvidas no narcotráfico.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A iniciativa, denominada “Ofensiva Total”, é liderada pelo chamado Bloco de Segurança.
Desplogo Estratégico das Tropas
As tropas estão sendo distribuídas estrategicamente por diferentes regiões das três províncias. O deslocamento começou ao longo do dia, com foco inicial na cidade de Guayaquil. As ações são contínuas e coordenadas, baseadas em análises de inteligência militar e em áreas consideradas prioritárias.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Objetivos da Operação
O governo equatoriano afirma que a operação busca atingir diretamente as estruturas criminosas responsáveis por crimes violentos e pelo tráfico de drogas, especialmente em zonas portuárias e corredores logísticos. A operação visa recuperar o controle territorial e garantir a proteção da população equatoriana.
Medidas e Tom do Governo
O Ministério da Defesa equatoriano adota um tom firme, declarando que “prisão ou inferno” aguardam aqueles que colocarem em risco a segurança da população. A operação militar será mantida de forma sustentada nas áreas consideradas mais críticas, conforme anunciado pelo governo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Contexto da Operação
A operação militar ocorre em um contexto de escalada da violência no Equador, país que se tornou um ponto central nas rotas internacionais do narcotráfico, devido à sua localização entre a Colômbia e o Peru, principais produtores globais de cocaína.
Portos como Guayaquil e Manta se tornaram pontos estratégicos para o envio de drogas para a Europa e os Estados Unidos.
Desafios e Informações Adicionais
Relatórios indicam que a expansão do crime organizado foi acompanhada por corrupção em portos, forças de segurança e no sistema prisional, além do fortalecimento de facções criminosas. O governo equatoriano garante que a população não está sozinha diante da violência, prometendo manter a atuação militar de forma sustentada nas áreas mais críticas.
