EMS Revoluciona Saúde: Produção Nacional de Medicamentos de Alta Complexidade em Marcha!

EMS revoluciona acesso a medicamentos! Produção nacional de semaglutida e GLP-1 em alta com investimento de R$ 1,2 bilhão em Hortolândia. Saiba mais!

19/03/2026 18:03

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

EMS Aposta em Produção Nacional de Medicamentos de Alta Complexidade

Com o fim da patente da semaglutida previsto para esta sexta-feira, 20 de março, a EMS se prepara para uma nova fase de sua estratégia: expandir o acesso a terapias modernas, com produção nacional e alta complexidade tecnológica. Segundo Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, a empresa tem se preparado para este momento há mais de uma década, investindo em ciência, inovação e infraestrutura. “A EMS se preparou para esse momento ao longo de anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje contamos com produção nacional, capacidade tecnológica instalada e um compromisso permanente com rigor científico, qualidade e responsabilidade regulatória. Ampliar o acesso com segurança é um dos pilares desse movimento”, afirma.

O principal marco dessa preparação é a construção de uma planta em Hortolândia (SP), que recebeu um investimento de mais de R$ 1,2 bilhão e possui capacidade inicial para produzir até 20 milhões de canetas por ano, com potencial para expansão.

A empresa se destaca como a única farmacêutica nacional a produzir peptídeos no Brasil, incluindo medicamentos como a semaglutida, utilizada no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade.

Produção e Aprovação Regulatória

Apesar da infraestrutura preparada, a EMS ainda precisa da aprovação da Anvisa para iniciar a produção e comercialização da semaglutida. O medicamento está aguardando a análise regulatória, etapa fundamental para sua entrada no mercado. A companhia também não divulga, por enquanto, a previsão de lançamento ou o preço do produto, assegurando que buscará uma oferta competitiva.

Leia também:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Experiência com Liraglutida e o Mercado de GLP-1

A estratégia da EMS não se inicia com a semaglutida. A empresa já atuava no segmento com medicamentos à base de liraglutida, como LIRUX e OLIRE, lançados no Brasil em 2025. Segundo Joaquim Alves, diretor da Unidade de Prescrição Médica, essa experiência foi crucial para a preparação da companhia. “A produção nacional pode contribuir para ampliar o acesso a tratamentos modernos.

Esse é um caminho importante para o fortalecimento da indústria brasileira e para a evolução do cuidado em saúde”, afirma.

Diferenciação da Semaglutida e o Futuro da Indústria Nacional

Apesar da expiração da patente, a semaglutida não é classificada como genérico, devido à complexidade dos processos industriais e à necessidade de comprovar rigorosamente qualidade, segurança e eficácia. A tecnologia utilizada pela EMS, baseada em síntese química em fase sólida, garante alta pureza das moléculas.

A empresa acredita que essa nova fase pode fortalecer a autonomia tecnológica do Brasil e ampliar o acesso da população a tratamentos inovadores.

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.