Logística: o erro fatal que impede o sucesso de empresas de tecnologia? Descubra como a visão limitada da entrega pode estar sabotando o seu negócio. 🚀
Empresas de tecnologia se destacam pela inovação, dados e experiência digital, mas ainda cometem um erro crucial: tratam a logística estratégica como um custo, em vez de um componente central da estratégia. É notável como negócios que dominam inteligência artificial e automação, ainda veem a entrega como um problema a ser minimizado, terceirizado e resolvido no final da cadeia.
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A busca incessante pelo frete mais barato revela uma visão limitada.
Muitas empresas utilizam dashboards complexos e uma grande quantidade de indicadores, mas sem que isso se traduza em decisões estratégicas efetivas. A questão central reside em duas perguntas simples: a empresa está cumprindo os prazos prometidos e a operação é sustentável a longo prazo?
Quando essas respostas não direcionam a estratégia, o restante se torna ruído operacional.
Organizações que reconhecem essa falha entendem que a logística estratégica não pode ser reativa. Fatores como clima, eventos urbanos e sazonalidade são variáveis inerentes ao negócio. Antecipar cenários deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade.
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A tecnologia, nesse contexto, assume um papel crucial, através da inteligência artificial preditiva, que prepara a operação antes que o problema atinja o cliente.
A discussão sobre inteligência artificial reflete uma diferença de mentalidade. Algumas empresas tratam a IA como um projeto técnico, delegando-o à área de tecnologia, como se fosse apenas mais um sistema. Outras compreendem que a IA deve atuar no nível mais alto da organização, apoiando decisões estratégicas, combinando visões de negócio, marketing e finanças.
Nesse segundo grupo, a IA não é apenas uma ferramenta, mas parte ativa do processo decisório.
As maiores plataformas digitais do mundo transformaram a entrega em uma vantagem competitiva. Elas perceberam que o cliente não compra apenas um produto, mas a confiança de que ele chegará como prometido. Quando a entrega funciona, o cliente nem percebe.
Quando falha, todo o valor construído antes se perde em segundos.
Tratar a logística como custo é limitante. Enxergá-la como estratégia exige método, disciplina e uma mudança cultural. É preciso aceitar que a experiência do cliente não termina no clique e que o último quilômetro costuma ser o momento mais emocional da relação com o cliente.
O foco deve estar em medir o que sustenta a confiança do cliente, e não apenas o que é mais fácil de colocar em uma planilha. A inteligência artificial que orienta suas decisões deve estar presente na mesa onde o futuro da empresa é definido.
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