Empresário Sob Prisão Preventiva Após Fatalidade em Tatuapé: Detalhes Chocantes

Porsche e morte: Justiça mantém empresário, Fernando Sastre, sob prisão preventiva no caso de alta velocidade que ceifou a vida de Ornaldo da Silva Viana

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(Imagem de reprodução da internet).

A Justiça de São Paulo manteve Fernando Sastre sob prisão preventiva após a negativa de um novo pedido de revogação. O caso se insere em um acidente ocorrido em março de 2024, na Zona Leste da capital, que resultou na morte de Ornaldo da Silva Viana e feriu gravemente Marcus Vinicius Machado Rocha.

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A decisão judicial se baseia em “indícios suficientes” que apontam para a responsabilidade de Sastre no acidente, que ocorreu enquanto ele dirigia um Porsche Azul em alta velocidade na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé.

Detalhes do Acidente e Argumentos da Defesa

Segundo o documento judicial, Sastre teria conduzido o veículo em alta velocidade, possivelmente sob a influência de álcool, colidindo com o carro da vítima. A juíza Fernanda Perez Jacomini justificou a manutenção da prisão preventiva, considerando o risco de reiteração delitiva e a periculosidade do agente.

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A defesa do empresário, representada por Jonas Marzagão, argumentava pela liberdade de Sastre, com a imposição de medidas cautelares. Marzagão ressaltou que Sastre permaneceu no local do acidente e se apresentou espontaneamente às autoridades.

Controvérsias e Argumentos Adicionais

A situação se complica com relatos sobre a ausência de um aparelho de bafômetro no local do acidente e a permissão dada aos policiais para que Sastre deixasse o local acompanhado de sua mãe. A denúncia aponta que o limite de velocidade da via era de 50 km/h, enquanto Sastre excedeu essa marca em cerca de 156 km/h.

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A investigação da Polícia Militar também aponta para erros na condução da ocorrência, incluindo a não realização do teste do bafômetro no empresário logo após o acidente.

Apresentação e Decisão Final

Após quase 40 horas da ocorrência, Sastre se apresentou ao 30º Distrito Policial do Tatuapé. A decisão final da Justiça, considerando todos os elementos apresentados, manteve o empresário sob prisão preventiva, aguardando o julgamento. O caso envolve acusações de homicídio qualificado por “perigo comum” e lesão corporal grave, com o Porsche de Sastre sendo o veículo envolvido na colisão fatal.

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