Embraer registra lucro de R$ 289,4 milhões em 2025 e recorde de receita

Embraer reporta lucro ajustado de R$ 289,4 milhões em 2025. Receita recorde de R$ 10,9 bilhões impulsionada por Aviação Comercial e Defesa.

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(Imagem de reprodução da internet).

Embraer Apresenta Lucro Ajustado de R$ 289,4 Milhões no Terceiro Trimestre de 2025

A Embraer anunciou um lucro líquido ajustado de R$ 289,4 milhões no terceiro trimestre de 2025. Este resultado demonstra uma redução significativa em comparação com o mesmo período de 2024, registrando uma queda de 76,4% na comparação com os R$ 1,225 bilhão alcançados no ano anterior.

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O Ebitda ajustado da fabricante somou R$ 1,276 bilhão entre julho e setembro. Essa métrica apresentou uma diminuição de 35,4% em relação ao desempenho de 2024. A margem Ebitda ajustada também sofreu uma alteração, caindo de 21,1% para 11,7% na mesma base comparativa.

O Ebit ajustado foi de R$ 927,2 milhões com uma margem de 8,5%, excluindo itens extraordinários no valor de R$ 67,5 milhões. Essa exclusão impactou a comparação com o resultado de R$ 1,649 bilhão com margem de 17,6% registrado no ano anterior.

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No entanto, a empresa considerou um item não recorrente significativo, referente a um acordo de arbitragem com a Boeing (US$ 150 milhões), que elevou a margem Ebit ajustada em aproximadamente 900 pontos-base no trimestre de 2024.

O desempenho do Ebit ajustado foi influenciado por resultados operacionais menores nas áreas de Aviação Executiva e Serviços & Suporte, conforme detalhado no relatório de resultados.

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O documento também apontou para o impacto das tarifas de importação dos EUA, que totalizaram US$ 17 milhões no trimestre e US$ 27 milhões no acumulado do ano.

A receita consolidada de R$ 10,9 bilhões, um recorde histórico para o período, representou um aumento de cerca de 16% em relação ao mesmo período de 2024. As áreas de Aviação Comercial e Defesa & Segurança, com crescimentos de 28% e 4%, respectivamente, foram os principais impulsionadores desse resultado.

Adicionalmente, os segmentos de Serviços & Suporte e Aviação Executiva apresentaram expansões de 14% e 1%, respectivamente, no período.

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