Embraer e Hindalco selam parceria na Índia! 🚀 Análise de mercado e novas oportunidades de negócios são foco da união. Descubra mais!
A Embraer formalizou um memorando de entendimento com a Hindalco Industries Limited, uma empresa indiana de grande porte, para explorar e desenvolver oportunidades de negócios no país. A assinatura do acordo ocorreu em Nova Delhi e visa analisar a produção local de matérias-primas essenciais para a fabricação de componentes aeroespaciais.
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O objetivo principal é apoiar o desenvolvimento industrial indiano e fortalecer a cadeia de suprimentos da empresa.
O comunicado oficial, divulgado nesta sexta-feira, 20, demonstra o alinhamento da Embraer com o programa governamental indiano, que busca expandir a produção nacional e aumentar a capacidade industrial do país. Roberto Chaves, vice-presidente executivo de Compras Globais e Cadeia de Suprimentos da Embraer, ressalta que essa parceria é fundamental para identificar e fortalecer relações com fornecedores locais, que podem se tornar importantes parceiros globais.
Segundo Chaves, a iniciativa acelerará o desenvolvimento da base industrial indiana, gerando valor a longo prazo para toda a cadeia de suprimentos. A Embraer busca, com essa ação, consolidar sua presença no ecossistema indiano, que já conta com uma frota de 47 aeronaves em operação, incluindo modelos utilizados pelo governo indiano e pela Força Aérea Indiana.
A Embraer também tem expandido sua atuação na Índia, firmando recentemente um acordo com a Adani Defence & Aerospace para o desenvolvimento de um ecossistema integrado de aeronaves voltado à aviação comercial regional. Essa parceria abrange desde a fabricação de aeronaves e estruturação da cadeia de suprimentos até a oferta de serviços de pós-venda e treinamento de pilotos.
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O mercado financeiro acompanha de perto os movimentos da Embraer na Ásia. Analistas do BTG Pactual apontam que a Índia apresenta oportunidades estruturais de crescimento, com um triplo aumento no número de rotas aéreas em relação a 2025 e um backlog recorde de US$ 31,6 bilhões.
O foco dos investidores está na capacidade de execução desse backlog e na expansão das margens de lucro.
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