Embaixador Vadell e manifestantes criticam ação dos EUA contra Maduro na Venezuela

Manifestantes protestam contra ação dos EUA na Venezuela. Em Brasília, embaixador Manuel Vadell critica operação de Donald Trump contra Nicolás Maduro

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(Imagem de reprodução da internet).

Manifestantes Protestam Contra Ação dos EUA na Venezuela

Um grupo de manifestantes se reuniu em frente à embaixada da Venezuela em Brasília na tarde deste sábado (3) para expressar sua indignação diante da situação no país. O embaixador da Venezuela no Brasil, Manuel Vadell, participou do ato e declarou que a suposta captura do ditador Nicolás Maduro por militares dos EUA representa um grave precedente para a América Latina.

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“O que ocorreu hoje na Venezuela é um alerta muito sério para nossa região. Deve acender um sinal de alerta em todos os movimentos de oposição do continente”, afirmou Vadell durante seu discurso. O evento foi organizado por diversos movimentos de esquerda e contou com a presença de bandeiras de diferentes países, incluindo Venezuela, Palestina e Brasil.

Os participantes do protesto exigiram a liberdade de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, além do respeito à soberania da Venezuela. A representação diplomática venezuelana emitiu uma nota oficial, afirmando que a operação do governo Donald Trump foi realizada sob “pretextos falsos e cínicos”.

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O presidente americano Donald Trump anunciou a operação, que ocorreu na madrugada do sábado (3), informando que, por ora, e inclusive com o envio de tropas, se necessário, o governo americano manterá o controle da situação. Não há informações claras sobre como Trump pretende supervisionar a Venezuela.

Após a operação, que resultou em falta de energia em parte de Caracas e na captura de Maduro em um de seus esconderijos, as forças americanas não possuem controle sobre o país. O governo de Maduro ainda mantém o poder, e o ex-presidente, juntamente com sua esposa, foram retirados do território venezuelano e estão a bordo do navio USS Iwo Jima, com destino a Nova York, onde serão processados pelo Distrito Sul, sob acusações de conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de armas destrutivas.

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